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Provérbios, PV, 26:9, Como o espinho que entra na mão de um bêbado, assim é o provérbio na boca dos tolos.
Por Provérbios, Antigo TestamentoForam eles que me fizeram entender que nada é tão difícil, e que a vida pode ser fácil quando se tem planos para sonhar. Fazem-me enxergar caminhos, pra eu buscar e me entender. É só olhar com outros olhos o que temos de melhor e viver um dia após o outro. Mostraram-me que não existe amor se existir medo. Eu vejo o mundo com mais esperanças. É que fui criada para ser livre, porém, sem esquecer daqueles que fazem parte da minha história! Que são minha essência!
Por DesconhecidoNenhum de nós foi feito para nada. A vida é o caos, mas também é a oportunidade, o risco e o jeito como você lida com eles.
Por Charles SouleEntão devemos deixar o leitor responder a esta pergunta por si mesmo: quem é o homem mais feliz, aquele que enfrentou a tempestade da vida e viveu ou aquele que permaneceu com segurança em terra e apenas existiu?
Por Hunter S. ThompsonIsaías, IS, 49:18, Levante os olhos ao redor e veja: todos se reúnem e vêm até você. Tão certo como eu vivo`, diz o Senhor, ´de todos eles você se vestirá como de um enfeite e deles se cingirá como noiva.`
Por Isaías, Antigo TestamentoJoão, JO, 5:23, <J>para que todos honrem o Filho assim como honram o Pai. Quem não honra o Filho não honra o Pai que o enviou.</J>
Por João, Novo TestamentoÉ graça divina começar bem. Graça maior persistir na caminhada certa. Mas graça das graças é não desistir nunca.
Por Dom Hélder CâmaraMarcos, MC, 9:50, <J>O sal é bom; mas, se o sal vier a se tornar insípido,</J> <J>como lhe restaurar o sabor? Tenham sal em vocês mesmos e paz uns com os outros.</J>
Por Marcos, Novo TestamentoSONHANDO Na praia deserta que a lua branqueia Que mimo! Que rosa, que filha de Deus! Tão pálida - ao vê-la meu ser devaneia, Sufoco nos lábios os hálitos meus! Não corras na areia, Não corras assim! Donzela, onde vais? Tem pena de mim! A praia é tão longe! E a onda bravia As roupas de goza te molha de escuma De noite - aos serenos - a areia é tão fria, Tão úmido o vento que os ares perfuma! És tão doentia! Não corras assim! Donzela, onde vais? Tem pena de mim! A brisa teus negros cabelos soltou, O orvalho da face te esfria o suor; Teus seios palpitam - a brisa os roçou, Beijou-os, suspira, desmaia de amor! Teu pé tropeçou... Não corras assim! Donzela, onde vais? Tem pena de mim! E o pálido mimo da minha paixão Num longo soluço tremeu e parou, Sentou-se na praia, sozinha no chão, A mão regelada no colo pousou! Que tens, coração? Que tremes assim? Cansaste, donzela? Tem pena de mim! Deitou-se na areia que a vaga molhou. Imóvel e branca na praia dormia; Mas nem os seus olhos o sono fechou E nem o seu colo de neve tremia... O seio gelou?... Não durmas assim! Ó pálida fria, Tem pena de mim! Dormia: — na fronte que níveo suar... Que mão regelada no lânguido peito... Não era mais alvo seu leito do mar, Não era mais frio seu gélido leito! Nem um ressonar... Não durmas assim... Ó pálida fria, Tem pena de mim! Aqui no meu peito vem antes sonhar Nos longos suspiros do meu coração: Eu quero em meus lábios teu seio aquentar, Teu colo, essas faces, e a gélida mão... Não durmas no mar! Não durmas assim. Estátua sem vida, Tem pena de mim! E a vaga crescia seu corpo banhando, As cândidas formas movendo de leve! E eu vi-a suave nas águas boiando Com soltos cabelos nas roupas de neve! Nas vagas sonhando Não durmas assim... Donzela, onde vais? Tem pena de mim! E a imagem da virgem nas águas do mar Brilhava tão branca no límpido véu... Nem mais transparente luzia o luar No ambiente sem nuvens da noite do céu! Nas águas do mar Não durmas assim... Não morras, donzela, Espera por mim!
Por Álvares de Azevedo