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Em cada verso há um naufrágio não sei de poema que não seja mar.
Por Manuel AlegreCaçadores de coisas impossíveis. Eu canto os dedos que transformam e se transformam. Canto as marítimas mãos de Magalhães. As mãos voadoras de Gagárine. Procurai-me no mar procurai-me no espaço. Estou no centro da terra. Meu nome é cinza. E espalha-se no vento. Sou adubo fermentação floresta. E cintilo nas armas
Em cada verso há um naufrágio não sei de poema que não seja mar.
Por Manuel Alegre