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Eu cansei Já não quero mais viver pra mim De uma vez por todas, vou me esvaziar Vou mandar embora o que não é Seu

Por Eli Soares

Gálatas, GL, 6:4, Mas que cada um examine o seu próprio modo de agir e, então, terá motivo de gloriar-se unicamente em si e não em outro.

Por Gálatas, Novo Testamento

— E se não der certo? — A gente vai tentando até acertar.

Por PS. Eu Te Amo

As vezes agradecer parece pequeno perto do que algumas pessoas fazem pra você, mas saiba que mesmo pequeno a sinceridade e a profundidade ⁠são imensuráveis.

Por F.M.M

Lucas, LC, 7:48, Então Jesus disse à mulher: <J> - Os seus pecados estão perdoados.</J>

Por Lucas, Novo Testamento

⁠Está feliz? Você brincou de herói e não funcionou.

Por Arranha-Céu: Coragem Sem Limite

Ele é delicado. Não é com efeito sobre a terra que ele anda, nem sobre cabeças, que não são lá tão moles, mas no que há de mais brando entre os seres é onde ele anda e reside. Nos costumes, nas almas de deuses e de homens ele fez sua morada, e ainda, não indistintamente em todas as almas, mas da que encontre com um costume rude ele se afasta, e na que o tenha delicado ele habita. Estando assim sempre em contato, nos pés como em tudo, com os que, entre os seres mais brandos, são os mais brandos, necessariamente é ele o que há de mais delicado. É então o mais jovem, o mais delicado, e além dessas qualidades, sua constituição é úmida. Pois não seria ele capaz de se amoldar de todo jeito, nem de por toda alma primeiramente entrar, despercebido, e depois sair, se fosse ele seco. De sua constituição acomodada e úmida é uma grande prova sua bela compleição, o que excepcionalmente todos reconhecem ter o Amor; é que entre deformidade e amor sempre de parte a parte há guerra. (Em "O Banquete")

Por Platão

Isaías, IS, 48:12, ´Escute, ó Jacó, e também você, Israel, a quem chamei: Eu sou o mesmo, sou o primeiro e também o último.

Por Isaías, Antigo Testamento

Usar roupas é uma construção social sem nenhuma justificativa biológica.

Por Alice in Borderland

Anjos do Céu As ondas são anjos que dormem no mar, Que tremem, palpitam, banhados de luz... São anjos que dormem, a rir e sonhar E em leito d'escuma revolvem-se nus! E quando de noite vem pálida a lua Seus raios incertos tremer, pratear, E a trança luzente da nuvem flutua, As ondas são anjos que dormem no mar! Que dormem, que sonham- e o vento dos céus Vem tépido à noite nos seios beijar! São meigos anjinhos, são filhos de Deus, Que ao fresco se embalam do seio do mar! E quando nas águas os ventos suspiram, São puros fervores de ventos e mar: São beijos que queimam... e as noites deliram, E os pobres anjinhos estão a chorar! Ai! quando tu sentes dos mares na flor Os ventos e vagas gemer, palpitar, Por que não consentes, num beijo de amor Que eu diga-te os sonhos dos anjos do mar?

Por Álvares de Azevedo