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Soneto XXXVIII Quando a chuva cessava e um vento fino franzia a tarde tímida e lavada, eu saía a brincar, pela calçada, nos meus tempos felizes de menino. Fazia, de papel, toda uma armada, e estendendo meu braço pequenino, eu soltava os barquinhos, sem destino. ao longo das sarjetas, na enxurrada... Fiquei moço. E hoje sei, pensando neles, que não são barcos de ouro os meus ideais: são de papel, são como aqueles, perfeitamente, exatamente iguais... _Que meus barquinhos, lá se foram eles! Foram-se embora e não voltaram mais!
Por Guilherme de AlmeidaLevítico, LV, 9:18, Depois, Arão matou o boi e o carneiro em sacrifício pacífico, que era pelo povo; e os filhos de Arão entregaram-lhe o sangue, que aspergiu sobre o altar, ao redor.
Por Levítico, Antigo TestamentoJeremias, JR, 17:2, Os seus filhos se lembram dos seus altares e dos postes da deusa Aserá junto às árvores frondosas, sobre as colinas elevadas
Por Jeremias, Antigo TestamentoTodos os homens se enganam, mas só os grandes homens reconhecem que se enganaram.
Por Bernard FontenelleII Crônicas, 2CR, 18:6, Mas Josafá perguntou: - Não há aqui ainda algum profeta do Senhor, para o consultarmos?
Por II Crônicas, Antigo TestamentoPor vezes à noite há um rosto Que nos olha do fundo de um espelho E a arte deve ser como esse espelho Que nos mostra o nosso próprio rosto.
Por Jorge Luis BorgesLucas, LC, 1:4, para que você tenha plena certeza das verdades em que foi instruído.
Por Lucas, Novo TestamentoSalmos, SL, 116:16, Senhor, eu sou de fato teu servo; eu sou teu servo, filho da tua serva; quebraste as correntes que me prendiam.
Por Salmos, Antigo Testamento