Mais frases de Glauco Mattoso!

O bom de uma pessoa fria é que o pouco que ela demonstra pode ter certeza que é verdadeiro.

Por Felipe Rocha (Tipo Bilhete)

Nunca sofra por amor. Sofra por desamor, desencanto ou indiferença. Mas nunca por amor. O amor não faz mal... quem faz mal são as pessoas que não sabem amar.

Por Felipe Rocha (Tipo Bilhete)

Cuidado... A pessoa que te chama de "minha vida" pode ter mais "vidas" que um gato.

Por Felipe Rocha (Tipo Bilhete)

Olhar um átomo muda-o, olhar um homem transforma-o, olhar o futuro subverte-o.

Por Gaston Berger

No mesmo templo do deleite / A velada Melancolia tem o seu santuário.

Por John Keats

A poesia nos deve surpreender pelo seu delicado excesso e não porque é diferente. Deve tocar nosso irmão como se fosse suas próprias palavras, como se ele fosse se lembrasse de algo que, na noite dos tempos, já conhecia em seu coração. A beleza de um poema não está em deixar o leitor contente. É sempre uma surpresa capaz de nos tirar a respiração. Ela deve ser como o pôr do sol: milagroso e natural, ao mesmo tempo.

Por John Keats

AS ESTAÇÕES HUMANAS Quatro estações se sucedem no decurso do ano; quatro estações tem o homem na vida; tem ele sua Primavera ardente, quando a fantasia absorve toda a beleza com facilidade; tem seu Verão, quando voluptuosamente rumina os doces pensamentos juvenis da Primavera e, assim, sonhando alto, aproxima-se do céu; grutas quietas tem a alma em seu outono, quando as asas ele fecha, satisfeito em contemplar as brumas, indolente, deixando as coisas belas passarem imperturbadas como um riacho veloz. Tem também seu Inverno, desfigurado e pálido, sem o qual se veria privado de sua natureza mortal.

Por John Keats

A excelência de toda a arte é a sua intensidade.

Por John Keats

O último dos teus beijos sempre foi o mais doce, o último sorriso o mais luminoso, o último gesto, o mais gracioso.

Por John Keats

Eu quase desejo que fôssemos borboletas e vivêssemos apenas três dias de verão. Três dias como estes eu poderia preencher com mais deleite do que cinquenta anos comuns poderiam conter.

Por John Keats