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Provérbios, PV, 11:14, Não havendo direção sábia, o povo fracassa; com muitos conselheiros, há segurança.
Por Provérbios, Antigo TestamentoEu guardo uma gratidão enorme pelas pessoas que foram solidárias comigo. Estou aqui graças à ajuda de milhares de pessoas que encontrei pelo caminho. Pessoas que mataram a única galinha que tinham no quintal para eu comer. Isso é maravilhoso, saber que existem pessoas boas e solidárias no mundo inteiro.
Por Filipe Masetti LeiteEzequiel, EZ, 20:33, - ´Tão certo como eu vivo, diz o Senhor Deus, hei de reinar sobre vocês com mão poderosa, com braço estendido e derramado furor.
Por Ezequiel, Antigo TestamentoSer adulto, certamente, é poder dominar seus sonhos, suas esperanças. A gente não deseja mais.
Por Ingmar BergmanSe o chocolate fosse uma parte obrigatória do café da manhã, as pessoas não seriam assim tão rabugentas no começo do dia.
Por Joanne FlukeE no timbalar dos sinos No pulsar do coração... Ouço baixinhos meus hinos A minha mais doce canção...
Por Dani CarvalhoHomem fraco não é aquele que “pega” poucas mulheres ou “não pega” mulheres... Homem fraco é aquele que "não tem a capacidade de reconquistar" a mesma mulher a cada dia, todos os dias...E, justamente, por saber que não seria capaz de manter essa mesma mulher conquistada por muito tempo, pega uma ou mais por dia, para não se ver frustrado diante do fracasso da verdadeira conquista...
Por Nilza RodriguesNa vida, concluiria um dia, todos têm direito a um grande amor. Uns achá-lo-iam num cruzamento perdido e com ele seguiriam até ao fim do caminho, teimosos e abnegados, até que a morte desfizesse o que a vida fizera. Outros estavam destinados a desconhecê-lo, a procurarem sem o descobrirem, a cruzarem-se numa esquina sem jamais se olharem, a ignorarem a sua perda até desaparecerem na neblina que pairava sobre o soliário trilho para onde a vida os conduzira. E havia aqueles fadados para a tragédia, os amores que se encontravam e cedo percebiam que o encontro era afinal efémero, furtivo, um mero sopro na corrente do tempo, um cruel interlúdio antes da dolorosa separação, um beijo de despedida no caminho da solidão, a alma abalada pela sombria angústia de saberem que havia um outro percurso, uma outra existência, uma passagem alternativa que lhes fora para sempre vedada. Esses eram os infelizes, os dilacerados pela revolta até serem abatidos pela resignação, os que percorrem a estrada da vida vergados pela saudade do que podia ter sido, do futuro que não existiu, do trilho que nunca percorreriam a dois. Eram esses os que estavam indelevelmente marcados pela amarga e profunda nostalgia de um amor por viver.
Por José Rodrigues dos Santos