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Gênesis, GN, 32:12, Pois tu disseste: ´Certamente serei bondoso com você e lhe darei uma descendência como a areia do mar, que, de tão numerosa, não se pode contar.`
Por Gênesis, Antigo TestamentoEu aprendi... ...que dinheiro não compra "classe"; Eu aprendi... ...que ser gentil é mais importante do que estar certo; Eu aprendi... ...que nunca se deve negar um presente a uma criança; Eu aprendi... ...que eu sempre posso fazer uma prece por alguém quando não tenho a força para ajudá-lo de alguma outra forma; Eu aprendi... ...que não importa quanta seriedade a vida exija de você, cada um de nós precisa de um amigo brincalhão para se divertir junto; Eu aprendi... ...que algumas vezes tudo o que precisamos é de uma mão para segurar e um coração para nos entender; Eu aprendi... ...que deveríamos ser gratos a Deus por não nos dar tudo que lhe pedimos; Eu aprendi... ...que debaixo da "casca grossa" existe uma pessoa que deseja ser apreciada, compreendida e amada; Eu aprendi... ...que Deus não fez tudo num só dia; o que me faz pensar que eu possa? Eu aprendi... ...que ignorar os fatos não os altera; Eu aprendi... ...que a maneira mais fácil para eu crescer como pessoa é me cercar de gente mais inteligente do que eu; Eu aprendi... ...que cada pessoa que a gente conhece deve ser saudada com um sorriso; Eu aprendi... ...que ninguém é perfeito até que você se apaixone por essa pessoa; Eu aprendi... ...que a vida é dura, mas eu sou mais ainda; Eu aprendi... ...que devemos sempre ter palavras doces e gentis pois amanhã talvez tenhamos que engoli-las; Eu aprendi... ...que um sorriso é a maneira mais barata de melhorar sua aparência; Eu aprendi... ...que quanto menos tempo tenho, mais coisas consigo fazer.
Por H. Jackson Brown JrGênesis, GN, 1:31, Deus viu tudo o que havia feito, e eis que era muito bom. Houve tarde e manhã, o sexto dia.
Por Gênesis, Antigo TestamentoI Crônicas, 1CR, 11:45, Jediael, filho de Sinri, e Joá, seu irmão, tizita;
Por I Crônicas, Antigo TestamentoNossa vida nos ensina Não há grande ou pequeno. Há o generoso e o tacanho. Quem com olhos de bondade ver, não assassina a alma do semelhante. Não há maldade sem planejamento nem afago que não cure. Somos tão bons quanto nos queiram ser. Somos tão ruins quanto nos imaginem ser. O nosso ser é acalentado pelo calor do amor e ressecado pela frieza do ressentimento. O mais difícil é mensurar a brisa que acalma o coração e as gotas que caem dos olhos pela alegria ou pela tristeza que o amor provoca diante do sabor ou dessabor da dor. Não imagino uma vida sem preocupações nem alegrias sem frustrações. A madureza é feita a partir do entalhe que a alegria e a dor esculpem em nossa mente e coração. Graças às verdadeiras dores que nos ensinam que a alegria é efêmera e mentirosa,embora deliciosa, nos enganam e nos anestesiam e nos deixam inconscientes que a vida é difícil. Mas é isso que alegra o nosso ser, a verdadeira mentira que o mau é bom e que o bom é fútil.
Por Antonio FerreiraMães não deveriam ter pressa nem cabelo escovado. Não deveriam usar calças brancas ou sapatos com salto. Principalmente não deveriam ter medo de chuva nem relógios de pulso. Qualquer tipo de relógio deveria ser banido do tipo mãe, já que pra elas estes deveriam ser itens supérfluos, dispensáveis, irresponsáveis. Pois é uma irresponsabilidade contabilizar minutos de afobamento diante da eternidade que a infância representa. Mães não deveriam ter sono e sua fome deveria ser somente de algodão doce, pipoca e quindim. Mães deveriam ser somente pacientes_ com casacos difíceis de abotoar, bolsos cheios de tranqueiras, paradas repetitivas para recolher objetos enigmáticos pelo caminho, cadarços desamarrados e preguiça de tomar banho. Mães não deveriam ter obrigações oficiais ou judiciais. Seu ofício deveria ser simplesmente adivinhação, mímica, teatro de fantoches e pintura a dedo. Pra elas não deveria ser necessário manicure, depilação ou baby liss. Seu sorriso deveria ser sempre uma risada barulhenta e sua voz, um convite à fantasia.
Por Fabíola SimõesA ciência poderá ter encontrado a cura para a maioria dos males, mas não achou ainda o remédio para o pior de todos: a apatia dos seres humanos.
Por Helen Keller