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Na guerra do amor a fuga é uma vitória.

Por Francesco Petrarca

Gênesis, GN, 15:10, Abrão trouxe todos esses animais, cortou-os pelo meio e pôs as metades umas diante das outras. As aves, porém, não cortou pelo meio.

Por Gênesis, Antigo Testamento

Destruir o velho não significa destruir a memória do passado? Não se importam com as pessoas que viveram e morreram antes de nós? Acham que há futuro para pessoas como vocês que só pensam no novo e desprezam o passado?

Por Da Colina Kokuriko

Provérbios, PV, 26:25, quando ele vier com palavras suaves, não acredite nele, porque tem sete abominações em seu coração.

Por Provérbios, Antigo Testamento

Nenhuma de nós vai sair daqui. A menos que trabalhemos juntas.

Por Aves de Rapina

Por que precisamos do medo para nos mover? Por que precisamos do caos para nos fazer entender exatamente o que temos que fazer?

Por Laura Dave

I Crônicas, 1CR, 29:28, Morreu em boa velhice, cheio de dias, riquezas e glória; e Salomão, seu filho, reinou em seu lugar.

Por I Crônicas, Antigo Testamento

Hino ao crítico Da paixão de um cocheiro e de uma lavadeira Tagarela, nasceu um rebento raquítico. Filho não é bagulho, não se atira na lixeira. A mãe chorou e o batizou: crítico. O pai, recordando sua progenitura, Vivia a contestar os maternais direitos. Com tais boas maneiras e tal compostura Defendia o menino do pendor à sarjeta. Assim como o vigia cantava a cozinheira, A mãe cantava, a lavar calça e calção. Dela o garoto herdou o cheiro de sujeira E a arte de penetrar fácil e sem sabão. Quando cresceu, do tamanho de um bastão, Sardas na cara como um prato de cogumelos, Lançaram-no, com um leve golpe de joelho, À rua, para tornar-se um cidadão. Será preciso muito para ele sair da fralda? Um pedaço de pano, calças e um embornal. Com o nariz grácil como um vintém por lauda Ele cheirou o céu afável do jornal. E em certa propriedade um certo magnata Ouviu uma batida suavíssima na aldrava, E logo o crítico, da teta das palavras Ordenhou as calças, o pão e uma gravata. Já vestido e calçado, é fácil fazer pouco Dos jogos rebuscados dos jovens que pesquisam, E pensar: quanto a estes, ao menos, é preciso Mordiscar-lhes de leve os tornozelos loucos. Mas se se infiltra na rede jornalística Algo sobre a grandeza de Puchkin ou Dante, Parece que apodrece ante a nossa vista Um enorme lacaio, balofo e bajulante. Quando, por fim, no jubileu do centenário, Acordares em meio ao fumo funerário, Verás brilhar na cigarreira-souvenir o Seu nome em caixa alta, mais alvo do que um lírio. Escritores, há muitos. Juntem um milhar. E ergamos em Nice um asilo para os críticos. Vocês pensam que é mole viver a enxaguar A nossa roupa branca nos artigos?

Por Vladimir Maiakóvski

...Eu poderia contar outras histórias, mais felizes e intensas, mas não valeriam à pena. Nós inflacionamos a felicidade. Ela está por aí, gasta, em propagandas de Campari, em outdoors de pasta de dentes, em livros, filmes, melodias e novelas das seis. Nenhuma felicidade real chega aos pés dessa que criamos. A única felicidade possível, acredito, é a promessa de felicidade. Já não há mais espaço para happy ends. Só para happy beginings. Esse é o meu...

Por Antonio Prata

Deuteronômio, DT, 2:17, o Senhor me falou, dizendo:

Por Deuteronômio, Antigo Testamento