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I Crônicas, 1CR, 14:3, Davi tomou ainda mais mulheres em Jerusalém e gerou ainda mais filhos e filhas.
Por I Crônicas, Antigo TestamentoI Reis, 1RS, 15:30, por causa dos pecados que Jeroboão havia cometido e pelos que havia levado Israel a cometer, por causa da provocação com que havia irritado o Senhor, Deus de Israel.
Por I Reis, Antigo TestamentoOriginal é o poeta que chegar ao despudor de escrever todos os dias como se fizesse amor.
Por José Carlos Ary dos SantosUm mundo sem ciência é a escravatura, o homem fazendo girar a mó, submetido à matéria, equiparado à besta de carga.
Por Ernest RenanII Crônicas, 2CR, 32:11, Por acaso, não é Ezequias quem está incitando vocês, para que morram de fome e de sede, dizendo: ´O Senhor, nosso Deus, nos livrará das mãos do rei da Assíria?`
Por II Crônicas, Antigo TestamentoZacarias, ZC, 11:1, Abra as suas portas, ó Líbano, para que o fogo consuma os seus cedros.
Por Zacarias, Antigo TestamentoHebreus, HB, 12:2, olhando firmemente para o Autor e Consumador da fé, Jesus, o qual, em troca da alegria que lhe estava proposta, suportou a cruz, sem se importar com a vergonha, e agora está sentado à direita do trono de Deus.
Por Hebreus, Novo TestamentoArrumo melhor a mala com os olhos de pensar em arrumar Que com arrumação das mãos factícias (e creio que digo bem) Acendo o cigarro para adiar a viagem, Para adiar todas as viagens. Para adiar o universo inteiro. Volta amanhã, realidade! Basta por hoje, gentes! Adia-te, presente absoluto! Mais vale não ser que ser assim. Comprem chocolates à criança a quem sucedi por erro, E tirem a tabuleta porque amanhã é infinito. Mas tenho que arrumar mala, Tenho por força que arrumar a mala, A mala. Não posso levar as camisas na hipótese e a mala na razão. Sim, toda a vida tenho tido que arrumar a mala. Mas também, toda a vida, tenho ficado sentado sobre o canto das camisas empilhadas, A ruminar, como um boi que não chegou a Ápis, destino. Tenho que arrumar a mala de ser. Tenho que existir a arrumar malas. A cinza do cigarro cai sobre a camisa de cima do monte. Olho para o lado, verifico que estou a dormir. Sei só que tenho que arrumar a mala, E que os desertos são grandes e tudo é deserto, E qualquer parábola a respeito disto, mas dessa é que já me esqueci. Ergo-me de repente todos os Césares. Vou definitivamente arrumar a mala. Arre, hei de arrumá-la e fechá-la; Hei de vê-la levar de aqui, Hei de existir independentemente dela. Grandes são os desertos e tudo é deserto, Salvo erro, naturalmente. Pobre da alma humana com oásis só no deserto ao lado! Mais vale arrumar a mala. Fim.
Por Álvaro de Campos