Os amigos que morrem são arbóreos, plantados e memoráveis como freixos. Um freixo, que vejo entre árvores como a aura, o tronco novo sulcado de rasgões, a raiz curta comparável à memória viva enterrada. Têm uma única forma até à morte, próximos do Sol, que torna as outras árvores mais ténues que os isolados freixos.