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Não há mal que não possa ser útil a alguém.

Por Romain Rolland

Ah! minha Dinamene! Assim deixaste Ah! minha Dinamene! Assim deixaste Quem não deixara nunca de querer-te! Ah! Ninfa minha, já não posso ver-te, Tão asinha esta vida desprezaste! Como já pera sempre te apartaste De quem tão longe estava de perder-te? Puderam estas ondas defender-te Que não visses quem tanto magoaste? Nem falar-te somente a dura Morte Me deixou, que tão cedo o negro manto Em teus olhos deitado consentiste! Oh mar! oh céu! oh minha escura sorte! Que pena sentirei que valha tanto, Que inda tenha por pouco viver triste?

Por Luís de Camões

O luxo não é o oposto da pobreza, mas da vulgaridade.

Por Coco Chanel

Considera como maior infâmia preferir a vida à honra / e por amor àquela, perder a razão de viver.

Por Juvenal

⁠" Viva seus anos repletos de solidão "

Por Iron Maiden

Salmos, SL, 63:7, Porque tu tens sido o meu auxílio; à sombra das tuas asas, eu canto de alegria.

Por Salmos, Antigo Testamento

Pilotagem E os meus olhos rasgarão a noite; E a chuva que vier ferir-me nas vidraças Compreenderá, então, a sua inutilidade; E todos os sinos que alimentavam insónias hão-de repetir as horas mortas só para os ouvidos da torre; E os outros ruídos abafar-se-ão no manto negro da noite; E a mão alva que me apontava os nortes e ficou debruçada no postigo amortalhada pela neve reviverá de novo; E todas as luzes que tresnoitaram os homens apagar-se-ão; E o silêncio virá cheio de promessas que não se cansaram na viagem; E os caminhos se abrirão para os homens que seguirem de mãos dadas; E assim terão começo os sonhados dias dos meus dias!

Por Fernando Namora

I Crônicas, 1CR, 6:20, O filho de Gérson foi Libni, de quem foi filho Jaate, de quem foi filho Zima,

Por I Crônicas, Antigo Testamento

Josué, JS, 2:24, E disseram a Josué: - Certamente o Senhor entregou toda esta terra em nossas mãos, e todos os seus moradores estão se derretendo de medo por causa de nós.

Por Josué, Antigo Testamento

"Por isto: o que não quero é escrever meramente; não penso em deliciar o leitor escorrendo-lhe n’alma o mel do sentimento, nem em dar-lhe comoções de espanto e de imprevisto. Pouco me importo de florir a frase, fazê-la cantante ou rude, recortá-la a buril ou golpeá-la a machado; o que quero é achar um engaste novo onde encrave as minhas idéias, seguras e claras como diamantes: o que quero é criar todo meu livro, pensamento e forma, fazê-lo fora desta arte de escrever já tão banalizada, onde me embaraço com raiva de não saber nada de melhor. (...) Quero escrever um livro novo, arrancado do meu sangue e do meu sonho, vivo, palpitante, com todos os retalhos de céu e de inferno que sinto dentro de mim; livro rebelde sem adulações, digno de um homem."

Por Júlia Lopes de Almeida