Adoro os dias banais, desses que a gente usa roupas normais, blusa que já foi usada mil vezes, chinelo havaianas no pé, cabelos despreparados e, dessa forma, prontos para a chegada dos acasos. Gosto da paixão que brota sem calcular, bem no meio da semana, sem prever hora e lugar, e, no fim, se entrega feito pulmão que busca ar.