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Não é estranho como um livro fica mais grosso depois de ser lido várias vezes? Como se cada vez ficasse algo grudado entre suas páginas. Sensações, pensamentos, ruídos, cheiros… E então, quando folheia novamente o livro depois de muitos anos, você descobre a si mesmo ali, um pouco mais novo, um pouco diferente, como se livro tivesse guardado você, como uma flor prensada, estranha e familiar ao mesmo tempo. (No livro Sangue de Tinta)
Por Cornelia FunkeSalmos, SL, 55:12, Porque não é um inimigo que me afronta; se o fosse, eu o suportaria; nem é o que me odeia quem se exalta contra mim, pois dele eu me esconderia;
Por Salmos, Antigo TestamentoTemos medos de mudanças, porque sentimos que teríamos que sacrificar algo. Quando temos amor e compaixão como princípios, podemos criar sistemas de mudanças que sejam benéficas.
Por Joaquin PhoenixÊxodo, EX, 39:30, Também fizeram de ouro puro a lâmina da coroa sagrada e nela gravaram à maneira de gravuras de sinete: ´Santidade ao Senhor`.
Por Êxodo, Antigo TestamentoII Samuel, 2SM, 14:19, O rei perguntou: - Não é verdade que a mão de Joabe está com você em tudo isto? Ela respondeu: - Juro pela sua vida, ó rei, meu senhor, que ninguém poderá se desviar, nem para a direita nem para a esquerda, de tudo o que o rei, meu senhor, tem dito. Sim, foi o seu servo Joabe quem me deu ordem e foi ele quem ditou a esta sua serva todas estas palavras.
Por II Samuel, Antigo TestamentoMateus, MT, 22:25, Ora, havia entre nós sete irmãos. O primeiro, tendo casado, morreu e, não tendo descendência, deixou sua mulher para seu irmão.
Por Mateus, Novo TestamentoSalmos, SL, 31:11, Tornei-me objeto de deboche para todos os meus adversários, de espanto para os meus vizinhos e de horror para os meus conhecidos; os que me veem na rua fogem de mim.
Por Salmos, Antigo TestamentoSalmos, SL, 112:8, O seu coração, bem firmado, não teme, até que veja a derrota dos seus inimigos.
Por Salmos, Antigo TestamentoAqui termina o caminho Os sinos cantando, as sombras todas se diluindo dentro da tarde. Dentro da tarde, o teu grave pensamento de exílio. Por que ainda esperas? Aqui termina o caminho, aqui morre a voz, e não há mais eco nem nada. Por que não esquecer, agora, as imagens que tanto nos perturbaram e que inutilmente nos conduziram para nos deixar, de súbito, na primeira esquina? Essa voz que vem, não sei de onde, esses olhos que olham, não sei o quê, esses braços que se estendem, não sei para onde... Debalde esperarás que o oco de teus passos acorde os espaços que já não têm voz. As almas já desertaram daqui. E nenhum
Por Emilio Moura