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Mais frases e pensamentos de Ivan Olbracht

“⁠Onde a justiça é negada, onde a pobreza é imposta, onde a ignorância prevalece e onde qualquer classe é levada a sentir que a sociedade está em uma conspiração organizada para oprimi-los, roubá-los e degradá-los, nem as pessos nem a propriedade estarão seguras.”

“DoDia e DaNoite DoDia o sol ruboresce no cerrado torto, desigual DaNoite o céu estrelece e os sonhos num ritual... Banha-se o rosto na bica fria, da madrugada DoDia Estórias já são DaNoite, futrica pois, é o tempo em travessia. DaNoite e ou DoDia, a poesia plica. E segui a sina... © Luciano Spagnol Poeta do cerrado 31 de maio, 2018 Cerrado goiano”

II Samuel, Antigo Testamento, 2SM, 15:31

“II Samuel, 2SM, 15:31, Então contaram a Davi que Aitofel estava entre os que conspiravam com Absalão. Por isso Davi orou, dizendo: - Ó Senhor, peço-te que transformes em loucura o conselho de Aitofel.”

“Os homens dizem que a vida é curta, e eu vejo que eles se esforçam para a tornar assim.”

I Crônicas, Antigo Testamento, 1CR, 3:23

“I Crônicas, 1CR, 3:23, Os filhos de Nearias foram: Elioenai, Ezequias e Azricão, três ao todo.”

“Amar e Ser Amado Amar e ser amado! Com que anelo Com quanto ardor este adorado sonho Acalentei em meu delírio ardente Por essas doces noites de desvelo! Ser amado por ti, o teu alento A bafejar-me a abrasadora frente! Em teus olhos mirar meu pensamento, Sentir em mim tu’alma, ter só vida P’ra tão puro e celeste sentimento Ver nossas vidas quais dois mansos rios, Juntos, juntos perderem-se no oceano, Beijar teus labios em delírio insano Nossas almas unidas, nosso alento, Confundido também, amante, amado Como um anjo feliz... que pensamento!?”

“A praça é do povo como o ceú é do condor.”

“Adormecida Uma noite eu me lembro... Ela dormia Numa rede encostada molemente... Quase aberto o roupão... solto o cabelo E o pé descalço do tapete rente. 'Stava aberta a janela. Um cheiro agreste Exalavam as silvas da campina... E ao longe, num pedaço do horizonte Via-se a noite plácida e divina. De um jasmineiro os galhos encurvados, Indiscretos entravam pela sala, E de leve oscilando ao tom das auras Iam na face trêmulos — beijá-la. Era um quadro celeste!... A cada afago Mesmo em sonhos a moça estremecia... Quando ela serenava... a flor beijava-a... Quando ela ia beijar-lhe... a flor fugia... Dir-se-ia que naquele doce instante Brincavam duas cândidas crianças... A brisa, que agitava as folhas verdes, Fazia-lhe ondear as negras tranças! E o ramo ora chegava, ora afastava-se... Mas quando a via despeitada a meio, P'ra não zangá-la... sacudia alegre Uma chuva de pétalas no seio... Eu, fitando esta cena, repetia Naquela noite lânguida e sentida: "Ó flor! — tu és a virgem das campinas! "Virgem! tu és a flor da minha vida!..."”

“Não se pergunte por que as pessoas enlouquecem. Se pergunte por que não enlouquecem. Diante do que podemos perder num dia, num instante. Se pergunte que diabos é isso que nos faz manter a razão.”

II Samuel, Antigo Testamento, 2SM, 11:7

“II Samuel, 2SM, 11:7, Quando Urias chegou, Davi perguntou como estava Joabe, como se achava o povo e como ia a guerra.”