Mais frases de Anne Brontë!

⁠As violetas são pequenos recortes do céu que caíram quando os anjos abriram buracos para as estrelas brilharem.

Por L.M. Montgomery

O amor e a literatura coincidem na procura apaixonada, quase sempre desesperada, da comunicação.

Por Jorge Duran

Poderei sempre vangloriar-me de ter perseverado na mudança.

Por Georges Duhamel

Podemos alargar os conhecimentos, nunca amputá-los.

Por Arthur Koestler

em minha juventude,eu considerava o universo como um livro aberto,impresso na linguagem das equações físicas,ao passo que agora ele me parece um texto escrito em tinta invisível,do qual em nossas raros momentos de graça conseguimos decifrar um pequeno fragmaento

Por Arthur Koestler

-- Conte-me, Comrad, o que é Capitalismo? -- A exploração do homem pelo homem. -- E o que é Comunismo? -- O oposto.

Por Arthur Koestler

Rodrigo Ana, minha querida, Dizem que o amor acaba, que o amor termina. Mas não é verdade. Nada acaba, tudo dura, continua e se transforma. Enquanto eu aguardava aquela cirurgia, mil anos se passaram. As duas estavam lá dentro e eu pensava: “se acontecer alguma coisa com elas, eu morro!” Dizem que passa um filme da nossa vida na nossa cabeça. E por isso eu vi: vi vocês duas, meninas, chegando na nossa casa. Vi nós três juntos, ainda pequenos e tantos e tantos momentos. Vi você erguendo taças, troféus. Tua imagem na revista, inacessível, distante da criança que eu era. E que você era também. Depois a nossa fuga de casa, veio o nosso medo, veio a nossa coragem, veio o salto sem rede que tantas vezes se chama amor. Vi você indo embora, sendo levada de diferentes formas, tantas e tantas vezes. E depois vi você voltando e no fundo de seus olhos, como num rio, tudo que a gente não tinha vivido. A partir daí eu me vi dividido entre dois amores, entre duas vidas: uma que eu estava vivendo e outra que eu jamais tinha podido viver. Durante os meus piores momentos enquanto eu aguardava naquela sala, foi como se a doença da nossa filha tivesse me curado. Eu entendi que não tinha mais divisão nenhuma. O que tinha sido vivido, o que tinha ficado pra trás, tudo, era parte de uma mesma história, de uma mesma vida e de um mesmo sentimento: amor. E foi então que eu vi nós dois juntos cruzando a fronteira. Ana Como se eu tivesse alcançado a outra margem de um rio. O rio onde a gente se amou pela primeira vez, o rio do meu acidente, mas sempre um rio. E porque naquele momento eu precisava ser forte, finalmente, sem escapes, eu consegui atravessar aquele rio eterno. Como se num instante, eu tivesse vivido todos os anos que ainda estavam parados em mim, me esperando. Do outro lado da fronteira, que sem perceber nós já tínhamos cruzado, uma infância compartilhada, uma adolescência truncada, uma juventude não vivida. Do lado de cá, dois adultos maduros finalmente libertos daquele fardo pesado feito de lembranças, de sonhos antigos. Porque há novos sonhos do lado de cá da fronteira. E agora podemos viver! Lícia Manzo

Por A vida da gente

Se todos pudessem ler o céu, a Terra se tornaria menos complicada.

Por A vida da gente

Já se passaram alguns anos e eu não me acostumei. Ninguém esquece uma saudade, nem substitui um amor.

Por A vida da gente

⁠"Devemos AMAR as PESSOAS e usar os os objetos; e nunca amar os objetos e usar as pessoas".

Por A vida da gente