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Socorro, alguém me dê um coração, que esse já não bate e nem apanha. Por favor, uma emoção pequena, qualquer coisa! Qualquer coisa que se sinta, tem tantos sentimentos, deve ter algum que sirva!
Por Arnaldo AntunesVocê não pode mudar o passado e não pode fazer nada além de lamentar a maneira como às vezes reagia quando era jovem e idiota e pensava que era imortal.
Por James LovegroveSonhamos com o amanhã mas esse dia não chega; Sonhamos com a glória que de fato não queremos. Sonhamos com um novo dia quando já amanheceu. Fugimos da batalha que sabemos ter de travar. E ainda assim dormimos. Esperamos o chamamento mas não estamos atentos, Esperamos um futuro que não passa de planos. Sonhando com o conhecimento que cada dia evitamos, Rezamos por um salvador quando a redenção está nas nossas mãos. E ainda assim dormimos. E ainda assim dormimos. E ainda assim rezamos. E ainda assim tememos... (Todd Anderson)
Por Sociedade dos Poetas MortosLaila a vê colar pedaços de lã na cabeça da boneca. Em poucos anos, essa menina vai ser uma mulher que pede muito pouco da vida, que nunca incomoda ninguém, nunca deixa transparecer que ela também tem tristezas, desapontamentos, sonhos que foram menosprezados. Uma mulher que vai ser como uma rocha no leito de um rio, suportando tudo sem se queixar. Uma mulher cuja generosidade, longe de ser contaminada, foi forjada pelas turbulências que se abateram sobre ela. Laila já consegue ver algo nos olhos daquela menina, algo tão arraigado que nem Rashid nem os talibãs conseguiram destruir. Algo tão rijo e inabalável quanto um bloco de calcário. Algo que, afinal, acabou sendo a sua ruína e a salvação de Laila. (A Cidade do Sol)
Por Khaled HosseiniDescobri uma lei sublime, a lei da equivalência das janelas, e estabeleci que o modo de compensar uma janela fechada é abrir outra, a fim de que a moral possa arejar continuamente a consciência.
Por Machado de AssisSalmos, SL, 105:42, Porque estava lembrado da sua santa palavra e de Abraão, seu servo.
Por Salmos, Antigo TestamentoMinha alma mergulha na tenebrosa noite Apavorada por onomatopeias sombrias Os calafrios me sucumbem como açoites Arrancam-me a pele pálida e fria O terror dilacera minhas fracas veias Manchando as vestes rasgadas e imundas Num devaneio permeado de pinturas feias Em que um mar vermelho sangue inunda Debato-me desesperadamente Sinto o fôlego acabar Submerjo lentamente Até meu corpo despertar
Por Corey Taylor