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Eu acredito que você pode mudar o mundo escolhendo a si mesmo todos os dias. Escolhendo ser você. Escolhendo ouvir seu coração. Escolhendo por amor, não por medo.
Por Lauren JaureguiQuanto tempo eu parei te esperando, E você não conseguia me ver Pois quem nunca teve amor sincero Não percebe quando acontecer
Por Bicho de PéAMOR IMPOSSÍVEL. Hoje e todos os dias a tristeza me sufoca, a solidão me atinge... Penso em ficar contigo, mas o que fazer! Deste amor impossível, ficas longe e eu na saudade me pergunto por que só agora nos encontramos? Por que só agora descobrimos este grande amor? Esta paixão onde nenhum dos dois pode se entregar inteiramente. Será tarde de mais? Por que estais a dividir este amor em outros braços. Oh! Que sofrer. Que saudades de você. Às vezes arrependo-me por te amar demais! E sinto que também me amas... mas entregas este amor também em outros braços, enquanto fico aqui a esperar as sobras deste amor que me enlouquece, satisfazendo-me com simples palavras enquanto meu desejo era está contigo e entregar-me a este amor proibido. Passo horas acordada lembrando dos pequenos momentos que ficamos juntos e da imensa saudade que sinto por não está ao teu lado. Sinto-me escrava deste impossível amor, que mata-me de tanta DOR.
Por Ducarmo de AssisVem sentar-te comigo, Lídia, à beira do rio Vem sentar-te comigo, Lídia, à beira do rio. Sossegadamente fitemos o seu curso e aprendamos Que a vida passa, e não estamos de mãos enlaçadas. (Enlacemos as mãos.) Depois pensemos, crianças adultas, que a vida Passa e não fica, nada deixa e nunca regressa, Vai para um mar muito longe, para ao pé do Fado, Mais longe que os deuses. Desenlacemos as mãos, porque não vale a pena cansarmo-nos. Quer gozemos, quer não gozemos, passamos como o rio. Mais vale saber passar silenciosamente E sem desassosegos grandes. Sem amores, nem ódios, nem paixões que levantam a voz, Nem invejas que dão movimento demais aos olhos, Nem cuidados, porque se os tivesse o rio sempre correria, E sempre iria ter ao mar. Amemo-nos tranquilamente, pensando que podíamos, Se quiséssemos, trocar beijos e abraços e carícias, Mas que mais vale estarmos sentados ao pé um do outro Ouvindo correr o rio e vendo-o. Colhamos flores, pega tu nelas e deixa-as No colo, e que o seu perfume suavize o momento — Este momento em que sossegadamente não cremos em nada, Pagãos inocentes da decadência. Ao menos, se for sombra antes, lembrar-te-ás de mim depois Sem que a minha lembrança te arda ou te fira ou te mova, Porque nunca enlaçamos as mãos, nem nos beijamos Nem fomos mais do que crianças. E se antes do que eu levares o óbolo ao barqueiro sombrio, Eu nada terei que sofrer ao lembrar-me de ti. Ser-me-ás suave à memória lembrando-te assim — à beira-rio, Pagã triste e com flores no regaço.
Por Ricardo ReisVolta, vem outra vez ao meu lado, não consigo dormir sem teu braço, pois meu corpo está acostumado...
Por Roberto CarlosÊxodo, EX, 28:32, No meio dela haverá uma abertura para a cabeça. Essa abertura será rematada, como a abertura de uma gola, para que não se rasgue.
Por Êxodo, Antigo TestamentoAtos, AT, 24:26, Ao mesmo tempo, esperava que Paulo lhe desse dinheiro. Por isso, chamando-o mais frequentemente, conversava com ele.
Por Atos, Novo Testamento