Veja outros textos inspiradores!

Não importa o que você faça, que você tenha mudado, sua vida, sua aparência, seu nome... as memórias sempre permanecerão com você.

Por As Telefonistas

Eu sinto muito. Às vezes, dizemos bobagens quando estamos com raiva.

Por Entrevias (série)

⁠A única chance de você ser estável neste mundo é tendo ao lado uma alma com a qual você se compromete verdadeiramente "até que a morte os separe".

Por Italo Marsili

I Timóteo, 1TM, 4:8, Pois o exercício físico tem algum valor, mas a piedade tem valor para tudo, porque tem a promessa da vida que agora é e da que há de vir.

Por I Timóteo, Novo Testamento

Por que o raciocínio, os músculos, os ossos? A automação, ócio dourado. O cérebro eletrônico, o músculo mecânico mais fáceis que um sorriso. Por que o coração? O de metal não tornará o homem mais cordial, dando-lhe um ritmo extra-corporal? Por que levantar o braço para colher o fruto? A máquina o fará por nós. Por que labutar no campo, na cidade? A máquina o fará por nós. Por que pensar, imaginar? A máquina o fará por nós. Por que fazer um poema? A máquina o fará por nós. Por que subir a escada de Jacó? A máquina o fará por nós. Ó máquina, orai por nós.

Por Cassiano Ricardo

Êxodo, EX, 28:5, Pegarão ouro, pano azul, púrpura, carmesim e linho fino.

Por Êxodo, Antigo Testamento

Lucas, LC, 3:29, filho de Josué, filho de Eliézer, filho de Jorim, filho de Matate, filho de Levi,

Por Lucas, Novo Testamento

⁠Ela estava refletindo sobre uma verdade que aprendera ao longo dos anos: que as pessoas ouviam o que queriam ouvir, viam o que queriam ver, acreditavam no que queriam acreditar.

Por Jeffery Deaver

Você nunca deve chamar um psicopata de psicopata. Isso os deixa perturbados.

Por Killing Eve

Mulher dos outros Antônio Maria Dia claro. Primeiras horas do dia claro. Havíamos bebido e procurávamos um café aberto, para uma média, com pão-canoa. Quase todos estavam fechados ou não tinham ainda leite ou pão. Fomos parar em Ipanema, num cafezinho, cujo dono era um português e nos conhecia de nome de notícia. Propôs-nos, em vez de café, um vinho maduro, que recebera de sua terra, "uma terrinha (como disse) ao pé de Braga". Não se recusa um vinho maduro, sejam quais forem as circunstâncias. Aceitamo-lo. Nossa grata homenagem a José Manuel Pereira, que nos deu seu vinho. Nesse café, além de nós, havia um casal, aos beijos. As garrafas vazias (de cerveja) eram quatro sobre a mesa e seis sob. Beijavam-se, bebiam sua cervejinha e voltavam a beijar-se. Não olhavam para nós e pouco estavam ligando para o resto do mundo. Em dado momento, entraram dois rapazes e pediram aguardente no balcão. Ambos disseram palavrões, em voz alta. O casal dos beijos e da cerveja parou com as duas coisas. Outros palavrões e o cabeça do casal protestou: — Pára com isso, que tem senhora aqui! Um dos rapazes dos palavrões: — Não chateia! — Não chateia o quê? Pára com isso agora! Um dos rapazes do palavrão: — E essa mulher é tua mulher? — Não é, mas é mulher de um amigo meu! A briga não foi adiante. Todos rimos. O dono da casa, os rapazes dos palavrões, o casal. Está provado que: quem sai aos beijos com mulher de amigo não tem direito a reclamar coisa alguma.

Por Antonio Maria