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A castidade com que abria as coxas A castidade com que abria as coxas e reluzia a sua flora brava. Na mansuetude das ovelhas mochas, e tão estreita, como se alargava. Ah, coito, coito, morte de tão vida, sepultura na grama, sem dizeres. Em minha ardente substância esvaída, eu não era ninguém e era mil seres em mim ressuscitados. Era Adão, primeiro gesto nu ante a primeira negritude de corpo feminino. Roupa e tempo jaziam pelo chão. E nem restava mais o mundo, à beira dessa moita orvalhada, nem destino.
Por Carlos Drummond de Andradesomos como o vento... Calmo e leve nos momentos zen, outras vezes como a tempestade. tão agitada capaz de derrubar uma cidade!!
Por Isaías SaadAgradeça sempre, não importa o fato. A gratidão nos eleva, tanto quanto nos redime.
Por Mauricio C. CantelliEfésios, EF, 2:7, Deus fez isso para mostrar nos tempos vindouros a suprema riqueza da sua graça, em bondade para conosco, em Cristo Jesus.
Por Efésios, Novo TestamentoMeu espelho me maltratou logo de manhã,... meu café estava amargo, nem mesmo minha preferida fruta apreciei; Porém quando sem nenhum embargo, neste lugar abençoado a mulher dos meus sonhos avistei meu dia mudou repentinamente, e logo senti te quero ao meu lado.
Por altairticoRomanos, RM, 15:1, Ora, nós que somos fortes na fé temos de suportar as debilidades dos fracos e não agradar a nós mesmos.
Por Romanos, Novo TestamentoSalmos, SL, 119:162, Alegro-me nas tuas promessas, como quem acha grandes despojos.
Por Salmos, Antigo TestamentoTudo o que era mau atraía-me: gostava de beber, era preguiçoso, não defendia nenhum deus, nenhuma opinião política, nenhuma ideia, nenhum ideal. Eu estava instalado no vazio, na inexistência, e aceitava isso. Tudo isso fazia de mim uma pessoa desinteressante. Mas eu não queria ser interessante, era muito difícil.
Por Charles Bukowski