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Salmos, SL, 119:115, Afastem-se de mim, malfeitores; quero guardar os mandamentos do meu Deus.
Por Salmos, Antigo TestamentoNaum, NA, 2:2, Porque o Senhor restaurará a glória de Jacó, como a glória de Israel; porque saqueadores os saquearam e destruíram os seus ramos.
Por Naum, Antigo TestamentoDe alguma forma, alguma coisa sempre acontece antes que a gente chegue no pior ponto. Eu tenho que lembrar sempre disto: o pior nunca acontece.
Por Frances Hodgson BurnettO dizido das horas no Sertão por Jessier Quirino Para o sertanejo antigo, O ponteirar do relógio, De hora em hora, a passar, Da escurecença da noite, À solnascença do dia, É dizido, ao jeito deles, No mais puro boquejar: Se diz até que os bichos, Galo, nambu, jumento, Sabe as hora anunciar! Uma hora da manhã, Primeiro canto do galo. Quando chega duas horas, Segundo galo, a cantar. Às três, se diz madrugada, Às quatro, madrugadinha, Ou o galo a miudar! Às cinco, é o cagar dos pintos, Ou, mesmo, o quebrar da barra. Quando é chegada seis horas, Se diz: o sol já de fora, Cor de Crush, foi-se embora… E tome o dia, a calorar! Sete horas da manhã É uma braça de sol. O sol alto é oito em ponto, O feijão tá quase pronto E já borbulha o mungunzá! Sendo verão, ou, se chove, Ponteiro bateu as nove… É hora de almoçar! Às dez é almoço tarde, Pra quem vem do labutar. Se o burro dá onze horas, Diz: quase mei dia em ponto! Às doze é o sol a pino, Ou o pino do meio dia. O suor desce de pia, Sertão quente, de torá! Daí pa frente, o dizido, Ao invés de treze horas, Se diz: o pender do sol. Viração da tarde é duas, Quando é três, é tarde cedo, Às quatro, é detardezinha, Hora branda, sem calor. O sol perde a cor de zinco Quando vai chegando às cinco, Roda do sol… a se por! Às seis é o por do sol, Ou hora da Ave Maria. Dezenove, ou sete horas, Se diz que é pelos cafús. Às oito, boca da noite, Lá pras nove, é noite tarde, Às dez, é a hora velha, Ou a hora da visage! É quando o povo vê alma, Nos escuros do lugar. É horona pirigosa, Fantasmenta e assustosa, Pro cabra se estupefar! Às onze, é o frião da noite, É Sertão velho, a gelar, Meia noite é meia noite E acabou-se o versejar. Mais um dia foi-se embora E, assim, é dizida as horas Neste velho linguajar!
Por Jessier QuirinoO Irmão de: manoel jonas Todos os sonhos acabam sempre do mesmo jeito, com o fim melancólico, o adeus inevitável. A despedida traz saudades que pesam no peito, e a frustração de não ter vivido mais aquele instante memorável. Conversas antes da partida, tão imprevisíveis, pareciam um momento eterno, suspenso no ar. Mas o silêncio que chega depois é insuportável, e só resta a lembrança do riso solto antes de te deixar. Sonhamos juntos, desenhamos planos sem saber que jamais os realizaríamos lado a lado. Agora a saudade ocupa todos os espaços, onde antes existiam sorrisos, abraços e passos.
Por Manoel JonasDia das crianças geral querendo presente né?! rsrs... Mas quando seus pais reclamam a primeira resposta é: "EU NÃO SOU MAIS CRIANÇA!"
Por Vanessa PimentelVOCÊ PODE BRILHAR, VOCÊ SABE BRILHAR, PORQUE VOCÊ TEM O CARISMA DAS ESTRELAS — com Adeyse Tsunamy.
Por Almany SolO sucesso depende da energia do ato, da energia da crença de que se triunfará e da crença de que se está na verdade, que assim se verifica por si própria.
Por William JamesO erro da utopia é presumir que tudo vai ser perfeito. A perfeição pode ser a definição, mas nós somos humanos, e mesmo para a utopia levamos nossas dores, erros, invejas e desgostos.
Por Erika Johansen