Contamos histórias a nós mesmos para poder viver.
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Eu já perdi contato com algumas pessoas que eu costumava ser.
Você precisa escolher os lugares dos quais não irá se afastar.
Foi com 28 anos que eu descobri que nem todas as promessas seriam cumpridas, que algumas coisas são, de fato, irrevogáveis e que, apesar de tudo, cada desculpa, procrastinação, erro, palavra, tudo isso contava.
Eu sei por que tentamos manter os mortos vivos: fazemos isso para mantê-los conosco. Também sei que, se quisermos viver, chega um ponto em que devemos abandonar os mortos, deixá-los ir, mantê-los mortos.
A gramática é um piano que eu toco de ouvido.