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Nada se assemelha à alma como a abelha. Esta voa de flor para flor, aquela de estrela para estrela. A abelha traz o mel, como a alma traz a luz.

Por Victor Hugo

Lembre-se: quem fica calado não se cala a alma

Por Paulo Ismael

Efésios, EF, 1:14, O Espírito é o penhor da nossa herança, até o resgate da sua propriedade, em louvor da sua glória.

Por Efésios, Novo Testamento

Para além da curva da estrada Talvez haja um poço, e talvez um castelo, E talvez apenas a continuação da estrada. Não sei nem pergunto. Enquanto vou na estrada antes da curva Só olho para a estrada antes da curva, Porque não posso ver senão a estrada antes da curva. De nada me serviria estar olhando para outro lado E para aquilo que não vejo. Importemo-nos apenas com o lugar onde estamos. Há beleza bastante em estar aqui e não noutra parte qualquer. Se há alguém para além da curva da estrada, Esses que se preocupem com o que há para além da curva da estrada. Essa é que é a estrada para eles. Se nós tivermos que chegar lá, quando lá chegarmos saberemos. Por ora só sabemos que lá não estamos. Aqui há só a estrada antes da curva, e antes da curva Há a estrada sem curva nenhuma.

Por Alberto Caeiro

Quando o vi pela primeira vez, achei que fosse a Morte vindo me buscar.

Por La Casa de Papel: Coreia

Equilíbrio gera inércia. É a busca pelo equilíbrio que te faz evoluir

Por Carol Manciola

Começo minhas pinturas sob o efeito de um choque que me faz escapar da realidade.

Por Joan Miró

Lucas, LC, 8:37, Todo o povo da terra dos gerasenos pediu a Jesus que se retirasse, pois ficaram com muito medo. E Jesus, entrando de novo no barco, voltou.

Por Lucas, Novo Testamento

Uma Arte A arte de perder não é de difícil lastro; tantas coisas parecem prenhes de perda que sua perda não constitui nenhum desastre. Perca um pouco a cada dia. Aceite o arrasto do molho de chaves perdido, a hora mal gasta. A arte de perder não é de difícil lastro. Então teste perder mais longe, mais rastros: lugares, nomes, o destino de onde pensava passar férias. E nada disso pressupõe desastre. Perdi o relógio de minha mãe. E, ah, que impacto!, a última ou penúltima das três casas que amei. A arte de perder não é de difícil lastro. Perdi duas cidades, que belas. E, mais vasto, algumas terras, dois rios, um continente, que saudade, mas não chega a ser desastre. ―Mesmo perder você (anedota na voz, gesto que adoro) não deve enganar-me. Pois é claro que a arte de perder não é de tão difícil lastro mesmo que pareça (note!) um desastre.

Por Elizabeth Bishop

velhinhos na praça só a tarde não envelhece

Por Alonso Alvarez e Camila Jabur