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Novamente aqui estou, em frente de uma tela fria, machucando-me com músicas românticas. E me pergunto porque faço isso? Como gostaria de saber o motivo real disso. Onde isso me leva. O que faço de minha vida fazendo isso. Tristeza? Lembranças boas? Lembranças más? Lembranças que me ferem o coração de uma forma inexplicável? Por que faço isso? Amor, paixão, dor, solidão, ou simplesmente porque gosto de sofrer. Não sei... Devo continuar procurando o que é este sentimento? Ou devo esquecer tudo isto... Não sei o que fazer e o que pensar... Mas assim mesmo vou em busca assim mesmo... Sofrendo, amando, apaixonado, louco de amor... Ou louco por perder aquela que mais amo neste mundo... Vou descobrir e depois te falo tá?
Por Eduardo BacciottiMate quem já te matou há tempos: antes de começar, será preciso terminar. Você terá que assassinar suas piores lembranças para voltar a ser ré primária, sem feridas abertas e resquícios de amores sujos. Será preciso esfaquear o ponto e a vírgula, tacar fogo nas malditas reticências e fazer as pazes com o ponto final.
Por Guilherme PinttoPossibilidades não doíam tanto quanto realidades. Possibilidades são empolgantes e infinitas. Realidades são definitivas.
Por Kasie WestViver sob a ocupação contemporânea é experimentar uma condição permanente de “viver na dor”.
Por Achille MbembePara Sempre Por que Deus permite que as mães vão-se embora? Mãe não tem limite, é tempo sem hora, luz que não apaga quando sopra o vento e chuva desaba, veludo escondido na pele enrugada, água pura, ar puro, puro pensamento. Morrer acontece com o que é breve e passa sem deixar vestígio. Mãe, na sua graça, é eternidade. Por que Deus se lembra - mistério profundo - de tirá-la um dia? Fosse eu Rei do Mundo, baixava uma lei: Mãe não morre nunca, mãe ficará sempre junto de seu filho e ele, velho embora, será pequenino feito grão de milho.
Por Carlos Drummond de AndradeNós não consertamos mais relações humanas, nós trocamos. E ao trocar sapatos, computadores e pessoas que amamos por outras pessoas, vamos substituindo a dor do desgaste pela vaidade da novidade. Ao trocar alguém, creio, imediatamente eu me torno alguém mais interessante e não percebo que aquele espelho continua sendo drama da minha vaidade.
Por Leandro KarnalPerante nós mesmo todos fingimos ser mais ingênuos do que somos: é deste modo que descansamos dos nossos semelhantes.
Por Friedrich NietzscheSendo invisível, diverte-se o quanto quer sem as expectativas da popularidade. É libertador.
Por Bridgerton (série)