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Amizade a gente constrói assim: Com - Pedacinhos de Carinho - sinceridade até o fim.

Por Sophia Vargas

Apocalipse, AP, 18:14, Eles dizem: ´O fruto que tanto lhe apeteceu se afastou de você, e para você se extinguiu tudo o que é delicado e esplêndido, e nunca mais serão achados.`

Por Apocalipse, Novo Testamento

Jeremias, JR, 52:23, Semelhante a esta era a outra coluna com as romãs. Havia noventa e seis romãs aos lados; todas as romãs sobre a obra de rede ao redor eram cem.

Por Jeremias, Antigo Testamento

⁠Você não olhava Foi só um vislumbre Dois anos atrás Eu era chorume Poeira estelar Eu era faísca Sujeira de ouvido Eu fui seu amigo E o seu carrasco Fui tudo o que tinha Retalho e maço

Por Lau e Eu

⁠A boa notícia é que racista e anti-racista não são identidades fixas. Podemos ser racistas em um minuto e anti-racistas no próximo. O que dizemos sobre as questões raciais e o que fazemos, em cada momento, determina o que - enão quem - somos.

Por Ibram X. Kendi

Num clique, A luz apaga Parece que A gente escuta mais Um tique-taque Um pingo no banheiro A gente escuta até o nariz... No teto, a sombra da veneziana No braço da cadeira, A manga do casaco Parece um bicho... uma cobra... um sapo... sei lá, Será que vai mexer?

Por Hélio Ziskind

Para aqueles que acreditaram no fim do mundo e para aqueles que não acreditaram: nosso mundo acaba várias vezes no espaço de uma vida. Mas sempre temos a chance de recomeçar, dando outros sentidos para as marcas que carregamos, sentidos que nos permitam criar novas versões de nós mesmos ou pelo menos olhar para a atual com mais generosidade. Um dia, porém, o meteoro chega. E chega para todos, sem que nenhum de nossos tremendos esforços e vastas ilusões seja capaz de mudar o final. São muitos os pequenos fins de mundo – e desconfio que os grandes apocalipses nos distraem dessa verdade, como tantas outras manchetes em neon que nos cegam dia após dia. É um pequeno mundo que acaba quando já não podemos contar com a ignorância que nos fazia viver como se houvesse sempre amanhã. É um pequeno mundo que acaba no primeiro cabelo branco ou na primeira queda, na primeira ruga ou na primeira dor na coluna. É um pequeno mundo que acaba no momento em que percebemos que já não seremos bailarinas clássicas ou jogadores de futebol ou escreveremos o romance que mudará a história da literatura universal ou faremos a descoberta que nos levará ao Nobel – no exato instante em que descobrimos que precisamos adaptar nossos grandes planos. (...) A cada um desses pequenos apocalipses temos a chance de recomeçar. Partidos, aos pedaços, às vezes colados como um Frankenstein de filme B. Enquanto o meteoro não chega há sempre um possível que podemos inventar. Se os anúncios de fim do mundo servem para alguma coisa, além de fazer piadas e encher os bolsos de alguns espertos, é para nos lembrar de que o mundo acaba mesmo. Não em apoteose coletiva, com dia e hora determinados, mas na tragédia individual, sem alarde e sem aviso prévio, que desde sempre está marcada na vida de cada um de nós. Meus votos de Natal e Ano-Novo pós-apocalipse são: não adiem os começos, porque o fim já está dado.

Por Eliane Brum

II Samuel, 2SM, 13:10, E Amnom disse a Tamar: - Traga a comida ao meu quarto, e comerei da sua mão. Tamar pegou os bolos que havia feito e os levou a Amnom, seu irmão, no quarto.

Por II Samuel, Antigo Testamento

⁠A vida não funciona assim. O ódio se espalha, não se esgota com o tempo. Alguém precisa se levantar e impedir.

Por Kelly Rimmer

⁠Esta cidade não te dá escolha. Ou você queima vivo ou então nunca existiu.

Por Cyberpunk 2077