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Quando você ama tanto uma coisa, você simplesmente faz.

Por Hit and Run (série)

Precisamos nos esforçar para "erguermo-nos enquanto subimos". Em outras palavras, devemos subir de modo a garantir que todas as nossas irmãs e irmãos subam conosco.

Por Angela Davis

outubro no teto passos pássaros gotas de chuva

Por Paulo Leminski

⁠Fico feliz quando descubro algo novo. Quando descubro métodos inéditos. Quando minha pesquisa cura milhares de pessoas que teriam morrido.

Por Biohackers (série)

Independentemente da dimensão em que você esteja há um homem com uma cabeça grande tentando dominar o mundo.

Por Eoin Colfer

Se você quer que alguém faça um bom trabalho, tem que lhe dar um bom trabalho para fazer.

Por Frederick Herzberg

Vem sentar-te comigo, Lídia, à beira do rio. Sossegadamente, fitemos o seu curso e aprendamos Que a vida passa, e não estamos de mãos enlaçadas. Enlacemos as mãos...

Por Ricardo Reis

Como eles me parecem diferentes agora. E quão tolo fui de algum dia pensar que professores eram gigantes intelectuais. Eles são pessoas, e sentem medo de que o resto do mundo descubra.

Por Daniel Keyes

Não me diga que não vale a pena tentar, Não pode me dizer que não vale a pena morrer por isso. Você sabe que é verdade, tudo que eu faço, eu faço por você.

Por Bryan Adams

Vem sentar-te comigo, Lídia, à beira do rio Vem sentar-te comigo, Lídia, à beira do rio. Sossegadamente fitemos o seu curso e aprendamos Que a vida passa, e não estamos de mãos enlaçadas. (Enlacemos as mãos.) Depois pensemos, crianças adultas, que a vida Passa e não fica, nada deixa e nunca regressa, Vai para um mar muito longe, para ao pé do Fado, Mais longe que os deuses. Desenlacemos as mãos, porque não vale a pena cansarmo-nos. Quer gozemos, quer não gozemos, passamos como o rio. Mais vale saber passar silenciosamente E sem desassosegos grandes. Sem amores, nem ódios, nem paixões que levantam a voz, Nem invejas que dão movimento demais aos olhos, Nem cuidados, porque se os tivesse o rio sempre correria, E sempre iria ter ao mar. Amemo-nos tranquilamente, pensando que podíamos, Se quiséssemos, trocar beijos e abraços e carícias, Mas que mais vale estarmos sentados ao pé um do outro Ouvindo correr o rio e vendo-o. Colhamos flores, pega tu nelas e deixa-as No colo, e que o seu perfume suavize o momento — Este momento em que sossegadamente não cremos em nada, Pagãos inocentes da decadência. Ao menos, se for sombra antes, lembrar-te-ás de mim depois Sem que a minha lembrança te arda ou te fira ou te mova, Porque nunca enlaçamos as mãos, nem nos beijamos Nem fomos mais do que crianças. E se antes do que eu levares o óbolo ao barqueiro sombrio, Eu nada terei que sofrer ao lembrar-me de ti. Ser-me-ás suave à memória lembrando-te assim — à beira-rio, Pagã triste e com flores no regaço.

Por Ricardo Reis