Mais frases de Henry Miller!

A monogamia é como estar obrigado a comer batatas fritas todos os dias.

Por Henry Miller

Nenhum escritor é bom a não ser que tenha sofrido.

Por Henry Miller

O homem que confessa os seus pecados, os seus crimes ou os seus erros nunca é o mesmo que os cometeu.

Por Henry Miller

Ao expandirmos o campo do conhecimento, apenas aumentamos o horizonte da ignorância.

Por Henry Miller

Devemos ler para oferecer à nossa alma a oportunidade de luxúria.

Por Henry Miller

“O espírito do homem é como um rio que procura o mar. Represem-no e aumentarão a sua força. Não responsabilizem o homem pelas suas explosões devastadoras! Condenem antes a força da vida! O espírito que nos anima pode assumir as mais diversas formas: tornar-nos semelhantes a anjos, a demônios ou a bestas. A cada um a sua escolha. Nada barra o caminho ao homem para além das fantasmagorias dos seus medos. O mundo é a nossa casa, mas teremos ainda que a ocupar; a mulher que amamos está à nossa espera, mas não sabemos onde encontrá-la; o atalho que buscamos está sob os nossos pés, mas não o reconhecemos. Quer sejamos deste mundo por muito ou pouco tempo, os poderes por explorar são ilimitados.” (O Mundo do sexo)

Por Henry Miller

Cada momento é de ouro se o soubermos reconhecer como tal.

Por Henry Miller

O pensar que não nos leva a lado nenhum leva-nos a todo lado; todo o outro pensar é feito sobre trilhos e, por muito longo que seja o percurso, no fim ergue-se sempre (...) a rotunda de recolha. No fim há sempre uma lanterna vermelha que diz: Pare!

Por Henry Miller

Tudo aquilo que não podemos incluir dentro da moldura estreita de nossa compreensão, nós rejeitamos.

Por Henry Miller

O que me impressionava como a prova mais maravilhosa da minha aptidão, ou inaptidão, para a época é o fato de nada do que as pessoas diziam ou escreviam ter tido qualquer verdadeiro interesse para mim. Só o objeto me perseguia, a coisa separada, destacada, insignificante. Podia ser uma parte do corpo humano ou uma escada numa casa de vaudeville, podia ser uma chaminé ou um botão achado na sarjeta. Fosse o que fosse, permitia-me desabafar, render-me, apor a minha assinatura. E não podia apor a minha assinatura à vida que me cercava, às pessoas que compunham o mundo que conhecia. Estava definitivamente fora do seu mundo, como um canibal está fora das fronteiras da sociedade civilizada. Estava cheio de um amor perverso pela coisa em si - não um apego filosófico, mas sim de uma fome apaixonada, desesperadamente apaixonada, como se na coisa abandonada, sem valor, ignorada por todos, estivesse contido o segredo da minha própria regeneração.

Por Henry Miller