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A vida machuca, você acha que eu não sei disso? Mas alguns de nós escolhem continuar, apesar de tudo.

Por Deadman wonderland

Não queremos os humanos apavorados, mas nervosos e ansiosos para se darem bem conosco.

Por Apocalipse V

"⁠A criatividade exige coragem."

Por Henri Matisse

Se eu tivesse encontrado mais dificuldades na minha juventude, eu teria conhecido mais alegrias.

Por Clara Schumann

⁠Um herói é simplesmente alguém que toma uma decisão que ninguém mais tem coragem de tomar.

Por Chesapeake Shores (série)

Temer o amor é temer a vida, e os que temem a vida já estão meio mortos.

Por Bertrand Russell

Marcos, MC, 12:20, Havia sete irmãos. O primeiro casou e morreu sem deixar filhos;

Por Marcos, Novo Testamento

Levítico, LV, 8:15, Moisés matou o novilho, pegou um pouco do sangue, pôs isso, com o dedo, sobre os chifres do altar ao redor e purificou o altar. Depois, derramou o resto do sangue na base do altar e o consagrou, para fazer expiação por ele.

Por Levítico, Antigo Testamento

⁠É por isto que faremos o funeral: para nos despedirmos e dizermos as coisas certas.

Por A Penúltima Palavra (série)

ESTE É O PRÓLOGO Deixaria neste livro toda a minha alma. este livro que viu as paisagens comigo e viveu horas santas. Que pena dos livros que nos enchem as mãos de rosas e de estrelas e lentamente passam! Que tristeza tão funda é olhar os retábulos de dores e de penas que um coração levanta! Ver passar os espectros de vida que se apagam, ver o homem desnudo em Pégaso sem asas, ver a vida e a morte, a síntese do mundo, que em espaços profundos se olham e se abraçam. Um livro de poesias é o outono morto: os versos são as folhas negras em terras brancas, e a voz que os lê é o sopro do vento que lhes incute nos peitos - entranháveis distâncias. O poeta é uma árvore com frutos de tristeza e com folhas murchas de chorar o que ama. O poeta é o médium da Natureza que explica sua grandeza por meio de palavras. O poeta compreende todo o incompreensível e as coisas que se odeiam, ele, amigas as chamas. Sabe que as veredas são todas impossíveis, e por isso de noite vai por elas com calma. Nos livros de versos, entre rosas de sangue, vão passando as tristes e eternas caravanas que fizeram ao poeta quando chora nas tardes, rodeado e cingido por seus próprios fantasmas. Poesia é amargura, mel celeste que emana de um favo invisível que as almas fabricam. Poesia é o impossível feito possível. Harpa que tem em vez de cordas corações e chamas. Poesia é a vida que cruzamos com ânsia, esperando o que leva sem rumo a nossa barca. Livros doces de versos sãos os astros que passam pelo silêncio mudo para o reino do Nada, escrevendo no céu suas estrofes de prata. Oh! que penas tão fundas e nunca remediadas, as vozes dolorosas que os poetas cantam! Deixaria neste livro toda a minha alma... tradução: William Agel de Melo

Por Federico García Lorca