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O homem, quando é reduzido a nada, ou, por outras palavras, é um sobrevivente, não é trágico mas sim cômico, porque ele não tem destino.
O Ocidente, em geral, deveria olhar mais pelos seus próprios valores. Nem sempre vale a pena comprometê-los.
Eu existo. É isso uma vida? Não, é vegetar. Parece que é a única filosofia que pode suceder à filosofia do existencialismo: o não-existencialismo, a filosofia da existência não existente.
Se tu és um revolucionário, não deverias ter começado uma família.
Não se pode viver a liberdade no mesmo lugar onde se viveu a servidão.
Se alguém toma o caminho do sucesso, então terá que ser bem sucedido ou mal sucedido, não existe uma terceira alternativa.
Claro, viver é outra forma de nos matarmos a nós próprios: a desvantagem é que é um processo horrivelmente longo.
A leitura é como que uma droga que confere um adormecimento agradável aos contornos da crueldade da vida.
Falar não é suficiente, as palavras não esclarecem nada. Eu terei que bater nalguma coisa, mas no quê?
O Bem pode ser feito numa vida em que o Mal é a sua regra, mas apenas pelo custo de quem pratica o bem sacrificando a sua vida.