Mais frases de Jake Bugg!

Quem é rico em virtude / é semelhante ao jovem.

Por Lao-Tsé

O sábio pode descobrir o mundo sem transpor a sua porta. Vê sem olhar, realiza sem agir.

Por Lao-Tsé

Para ganhar conhecimento, adicione coisas todos os dias. Para ganhar sabedoria, elimine coisas todos os dias.

Por Lao-Tsé

Por que devemos dar valor às lágrimas, se como a chuva elas caem ao chão?! Devemos dar valor aos sorrisos, que como o amor, aquece o coração.

Por Sabedoria popular

Nunca lute com um porco: ambos ficarão sujos, mas o porco adorará.

Por Sabedoria popular

Antes 1% de tudo do que 100% de nada.

Por Sabedoria popular

⁠Não sei! No fundo a gente sempre sabe sim, mas vivemos no automático e ocupados demais com as demandas desse mundo frenético que nos engole diariamente.

Por Psicóloga Vanessa Ebeling

A arte não é um espelho para refletir o mundo, mas um martelo para forjá-lo.

Por Vladimir Maiakóvski

Não é difícil morrer nesta vida. Viver é muito mais difícil.

Por Vladimir Maiakóvski

Hino ao crítico Da paixão de um cocheiro e de uma lavadeira Tagarela, nasceu um rebento raquítico. Filho não é bagulho, não se atira na lixeira. A mãe chorou e o batizou: crítico. O pai, recordando sua progenitura, Vivia a contestar os maternais direitos. Com tais boas maneiras e tal compostura Defendia o menino do pendor à sarjeta. Assim como o vigia cantava a cozinheira, A mãe cantava, a lavar calça e calção. Dela o garoto herdou o cheiro de sujeira E a arte de penetrar fácil e sem sabão. Quando cresceu, do tamanho de um bastão, Sardas na cara como um prato de cogumelos, Lançaram-no, com um leve golpe de joelho, À rua, para tornar-se um cidadão. Será preciso muito para ele sair da fralda? Um pedaço de pano, calças e um embornal. Com o nariz grácil como um vintém por lauda Ele cheirou o céu afável do jornal. E em certa propriedade um certo magnata Ouviu uma batida suavíssima na aldrava, E logo o crítico, da teta das palavras Ordenhou as calças, o pão e uma gravata. Já vestido e calçado, é fácil fazer pouco Dos jogos rebuscados dos jovens que pesquisam, E pensar: quanto a estes, ao menos, é preciso Mordiscar-lhes de leve os tornozelos loucos. Mas se se infiltra na rede jornalística Algo sobre a grandeza de Puchkin ou Dante, Parece que apodrece ante a nossa vista Um enorme lacaio, balofo e bajulante. Quando, por fim, no jubileu do centenário, Acordares em meio ao fumo funerário, Verás brilhar na cigarreira-souvenir o Seu nome em caixa alta, mais alvo do que um lírio. Escritores, há muitos. Juntem um milhar. E ergamos em Nice um asilo para os críticos. Vocês pensam que é mole viver a enxaguar A nossa roupa branca nos artigos?

Por Vladimir Maiakóvski