“É assim que te quero, amor, assim, amor, é que eu gosto de ti, tal como te vestes e como arranjas os cabelos e como a tua boca sorri, ágil como a água da fonte sobre as pedras puras, é assim que te quero, amada, Ao pão não peço que me ensine, mas antes que não me falte em cada dia que passa. Da luz nada sei, nem donde vem nem para onde vai, apenas quero que a luz alumie, e também não peço à noite explicações, espero-a e envolve-me, e assim tu pão e luz e sombra és. Chegastes à minha vida com o que trazias, feita de luz e pão e sombra, eu te esperava, e é assim que preciso de ti, assim que te amo, e os que amanhã quiserem ouvir o que não lhes direi, que o leiam aqui e retrocedam hoje porque é cedo para tais argumentos. Amanhã dar-lhes-emos apenas uma folha da árvore do nosso amor, uma folha que há-de cair sobre a terra como se a tivessem produzido os nosso lábios, como um beijo caído das nossas alturas invencíveis para mostrar o fogo e a ternura de um amor verdadeiro.”
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Nota: O poema costuma ser atribuído a Pablo Neruda e a Gian Franco Pagliaro, mas não há fontes que confirmem essas autorias.
“A timidez é uma condição alheia ao coração, uma categoria, uma dimensão que desemboca na solidão.”
Nota: Tradução de Fernando Assis Pacheco
Nota: Tradução de poema de Pablo Neruda
“Nega-me o pão, o ar, a luz, a primavera, mas nunca o teu riso, porque então morreria.”
Nota: Trecho do poema "O teu sorriso" de Pablo Neruda