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Depois do que fizeram, o lugar de vocês não é no castelo. O lugar de vocês é com os mosqueteiros.

Por Barbie e As Três Mosqueteiras

A serpente mais feroz pode ser vencida por um enxame de formigas.

Por Isoroku Yamamoto

Juízes, JZ, 4:18, Jael saiu ao encontro de Sísera e lhe disse: - Entre, meu senhor, entre na minha tenda. Não tenha medo. Ele entrou na tenda de Jael, e ela pôs sobre ele uma coberta.

Por Juízes, Antigo Testamento

Somos criaturas que contam histórias por natureza, e contamos para nós mesmos uma história após outra até gerarmos uma explicação de que gostemos e que pareça razoavelmente crível. E quando a história nos retrata sob uma luz mais brilhante e positiva, tanto melhor.

Por Dan Ariely

Êxodo, EX, 10:22, Moisés estendeu a mão para o céu, e houve trevas espessas sobre toda a terra do Egito durante três dias.

Por Êxodo, Antigo Testamento

O que chamam de “amor livre” pode ser um machismo disfarçado: Dizem por aí que amor livre é quebrar os moralismos, ser dona de si, não se prender a nada e a ninguém. Mas eu acho que nisso tudo há alguns poréns. Se por um lado tantas crenças do passado faziam a mulher ter o corpo fechado, nessa nossa liberdade anunciada de agora, em que a gente se abre totalmente, não se cuidar, se proteger, se conhecer e se amar, torna esse outro extremo da realidade tão ruim quanto antes. Pode ser que viver o amor livre seja uma forma mais moderna de exercitar o machismo e tornar o corpo da mulher ainda mais território público, já pensou nisso? Por mais que a gente saiba o que quer, do que gosta. Por mais que a gente veja e tenha consciência. Para se cuidar, se respeitar e realmente ser livre, é preciso uma observação profunda, é preciso encarar medos e quebrar mitos. É preciso primeiro viver por dentro a mudança e depois estar (diferente) no mundo. Não adianta sair de nariz empinado, mostrar segurança nos passos, soltar o corpo e a mente, se no dia seguinte a gente chora sozinha, a gente espera a mensagem que não chega, a gente quer um carinho, a gente se torna possessiva, competitiva, insegura… E eu não estou defendendo a síndrome de princesa e muito menos querendo voltar no tempo! Eu acho que a gente tem que ser o que bem queira: rainha, gatinha, tigresa… Mas desde que a gente se conheça. Porque me parece que ainda hoje, entre tantas mulheres que se dizem evoluídas, soltas e livres, a briga é competitiva e é pela conquista do troféu fálico. E, na minha opinião, deveria ser bem o contrário. Se fosse liberdade mesmo isso que a gente vive, as pessoas estariam sorrindo, se amando, se curtindo, se respeitando mais do que se machucando. As mulheres podem ter conquistado muita coisa, mas a gente ainda busca ser amada, respeitada e livre. Ainda é tão forte essa luta. Tanto faz se poderosa ou fracassada, sozinha ou acompanhada. Ao invés da gente alimentar nossas carências, nos abrindo para qualquer mané ou cara e não receber nem um terço do que a gente precisava, é melhor encarar a empreitada de curtir a nós mesmas acima de tudo e valorizar o nosso profundo. Que a gente perceba que liberdade mesmo é despir-se de corpo e alma, e que se for só pela metade não vale a pena, não vale a noitada, não toca a nossa verdade e o voo se torna raso, é uma prisão disfarçada… Então, que só entre na gente (na alma, no corpo, no espírito) o que fizer sentido, o amor que nutre, a liberdade que alivia.

Por Clara Baccarin

Não ter vícios não acrescenta nada à virtude.

Por Antonio Machado y Ruiz

A natureza humana parece dotar as pessoas da capacidade de julgar todo o mundo, menos a elas mesmas.

Por John C. Maxwell

A rua é minha mãe. O sol é meu pai. O que mais devo pedir da vida?

Por Alain Mabanckou

... E se tiver que mergulhar de cabeça, verifique se a piscina tem a profundidade necessária e você tomou fôlego o suficiente.

Por Caroline Alvares