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Êxodo, EX, 8:29, Moisés respondeu: - Eis que saio da sua presença e orarei ao Senhor. Amanhã, estes enxames de moscas se afastarão de Faraó, dos seus oficiais e do seu povo. Só que Faraó não deve me enganar outra vez, não deixando o povo ir para que ofereça sacrifícios ao Senhor.

Por Êxodo, Antigo Testamento

⁠Uma pessoa boa e competente merece estar perto.

Por A Esposa do Meu Marido (Marry My Husband)

Ainda que a terra e todas as criaturas inferiores pertençam em comum a todos os homens, cada um guarda a propriedade de sua própria pessoa; sobre esta ninguém tem qualquer direito, exceto ela.

Por John Locke

⁠Os leitores fazem suas próprias conexões com as palavras, independentemente da intenção do autor. Assim, cada leitor obtém algo único.

Por A Biblioteca dos Sonhos Secretos (livro)

Gálatas, GL, 5:19, Ora, as obras da carne são conhecidas e são: imoralidade sexual, impureza, libertinagem,

Por Gálatas, Novo Testamento

Gênesis, GN, 24:12, Então o servo orou: - Ó Senhor, Deus de meu senhor Abraão, peço-te que me ajudes hoje e sejas bondoso para com o meu senhor Abraão!

Por Gênesis, Antigo Testamento

A voz de minha mãe ecoou baixinho revolta no fundo das cozinhas alheias debaixo das trouxas roupagens sujas dos brancos pelo caminho empoeirado rumo à favela. A minha voz ainda ecoa versos perplexos com rimas de sangue e fome. A voz de minha filha recolhe todas as nossas vozes recolhe em si as vozes mudas caladas engasgadas nas gargantas. A voz de minha filha recolhe em si a fala e o ato. O ontem – o hoje – o agora. Na voz de minha filha se fará ouvir a ressonância o eco da vida-liberdade.

Por Conceição Evaristo

Apocalipse, AP, 12:5, Ela deu à luz um filho homem, que há de governar todas as nações com cetro de ferro. E o filho da mulher foi arrebatado para junto de Deus e do seu trono.

Por Apocalipse, Novo Testamento

Acorda vai Vamos brincar de ficar Bem coladinhos e de frente pro mar Vamos brincar de rolar num chão de areia sem pensar

Por João Mar

⁠Sabe quando a gente sobre uma escada? Os pés vão um atrás do outro, como aprendemos desde crianças. Mas a alegria dos primeiros passos se perdeu. Ao crescer, nos modelamos segundo o andar dos nossos pais, dos irmãos mais velhos, das pessoas às quais somos ligados. As pernas agora avançam com base em hábitos adquiridos. E a atenção, a emoção, a felicidade do passo se perderam, assim como a singularidade do andar. Nos mexemos acreditando que o movimento das pernas é nosso, mas não é, uma pequena multidão sobe com a gente aqueles degraus, e a ela nos adequamos: a segurança das pernas é apenas o resultado do nosso conformismo. Ou se muda o passo e se recupera a alegria do início ou nos condenamos à normalidade mais cinzenta.

Por Domenico Starnone