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Lhe disse, lhe digo e lhe direi Porque o amor é para sempre. Lhe digo, por exemplo: Amo você agora que está quente, E ontem que chovia. Nas manhãs nubladas, E nas noites abertas. Amo você, Amo você em pé, deitada, Dormindo e acordada. Amo você à uma, às duas, às três, E às sempre. Amo você, Amo você em casa e amo você no caminho, Amo você depois, antes e agora mesmo. Amo você, Amo você porque você me ama, E toda você mo grita. Amo você porque em você começo e termino, Amo você porque nos encontramos e nos perdemos um no outro. Digamos que amo você com todos o que sou incluindo eu mesmo. Embora você saiba, meu amor, que quando eu digo que amo você, é Deus que te embeleza através do amor e eu sou o responsável por tão bela tarefa, ou seja, que cada vez que eu digo que amo você, Ele diz: "Amo você".

Por Facundo Cabral

Errar é humano; perdoar, divino.

Por Alexander Pope

Não importava se tinha razão, devia me calar. No meu tempo, ser educado era ficar em silêncio. Na mesa, não podia emitir som que não fosse da natureza do garfo e da faca. Criança aceitava, não falava. Como um bicho doméstico, um galo, um cachorro, um gato, um canário belga. Encabulava quando raspava a louça, arranhava as rodas ao estacionar no meio-fio do prato. Meu pai falava sem parar dos negócios, dos vizinhos, do futebol e eu escutava com continência e louvor. Nunca me passou pelos ouvidos nenhuma pergunta inteligente para fazer, até porque as perguntas inteligentes surgem das bobagens e não corria riscos. Se as conversas tivessem sido gravadas na época, descobriria que não apareci na própria infância. Entrava com um "obrigado" e saía no "com licença". Não questionava os hábitos, preocupado em me ver livre o mais rápido possível daquela cena. Não sabia como viver para me sentir morto. Não sabia como morrer para me sentir vivo. Meus bolsos cheios de bolas de gude para acompanhar as mãos. Os bolsos do meu pai cheios de chaves para desafiar as mãos. Os bolsos de minha mãe cheios de pedras do terço para esquecer as mãos. A sobremesa era sagu ou arroz de leite, que comia com vagar e ódio, já que consistia na mesma merenda da escola. Passava o dia comendo sagu ou arroz de leite. A canela em cima do doce me arrepiava de careta, emburricava a respiração. Me censurava antes da censura, me proibia antes da negação, me cavava antes de ser enterrado. Pensativo como quem se penteia no espelho. Prestativo como quem tem culpa por crescer. Nas saídas em família, permanecia igualmente calado, omisso, aceitando que as pessoas secassem seus dedos no meu rosto em cada encontro. Quando recebia um elogio público de comportado, o pai sorria, a mãe sorria, e bem que tentava sorrir, mas os dentes eram de leite e logo cairiam. Nunca levantei a voz. Falava para dentro, com a cabeça inclinada de cavalo cansado. Tinha serenidade porque não encontrava outro sentimento para colocar em seu lugar. Não havia estômago para chegar ao fim da esperança. Não estava escuro para me defender com vela, muito menos claro para procurar sombras. Conhecia de cor o ato de contrição, apesar da dificuldade de inventar pecados. A humildade lembrava covardia, o que explica minha vontade insana de fazer calar esse tempo, o meu tempo de camisa fechada até o último botão.

Por Fabrício Carpinejar

O ser humano gosta de complicar as coisas, é só uma brisa, quem sabe ela bagunce teu cabelo, quem sabe te acaricie o rosto, quem sabe, quem sabe…

Por Dom Casmurro

Historicamente, as coisas mais terríveis - a guerra, o genocídio, a escravatura - resultaram não da desobediência, mas da obediência.

Por Howard Zinn

Isaías, IS, 26:10, Ainda que se mostre favor ao ímpio, nem por isso ele aprende a justiça; até na terra da retidão ele comete a iniquidade e não vê a majestade do Senhor.

Por Isaías, Antigo Testamento

II Crônicas, 2CR, 20:3, Então Josafá teve medo e decidiu buscar o Senhor; e proclamou um jejum em todo o Judá.

Por II Crônicas, Antigo Testamento

CUIDE BEM DO SEU AMOR A vida sem freio me leva, me arrasta, me cega No momento em que eu queria ver O segundo que antecede o beijo A palavra que destrói o amor Quando tudo ainda estava inteiro No instante em que desmoronou Palavras duras em voz de veludo E tudo muda, adeus velho mundo Há um segundo tudo estava em paz E cada segundo, cada momento, cada instante É quase eterno, passa devagar Se o seu mundo for o mundo inteiro Sua vida, seu amor, seu lar Cuide tudo que for verdadeiro Deixe tudo que não for passar Palavras duras em voz de veludo E tudo muda, adeus velho mundo Há um segundo tudo estava em paz Cuide bem do seu amor Palavras duras em voz de veludo E tudo muda, adeus velho mundo Há um segundo tudo estava em paz

Por Os Paralamas do Sucesso

Ester, ET, 3:1, Depois disto, o rei Assuero engrandeceu Hamã, filho de Hamedata, agagita, e o exaltou, e lhe deu um cargo mais elevado do que o de todos os oficiais que estavam com ele.

Por Ester, Antigo Testamento

Josué, JS, 9:8, Então disseram a Josué: - Somos seus servos. Mas Josué perguntou: - Quem são vocês? De onde vêm?

Por Josué, Antigo Testamento