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Nada é ruim o suficiente que não possa piorar
Eu não faço questão de ser aceito, se eu for só ignorado para mim já está bom
Eu já não sei mais do que eu quero! Eu gostava mais das coisas quando eu não as entendia!
Os melhores presentes não vêm em caixas.
Nota: (Composição: Dé, Bebel Gilberto, Cazuza)
Tudo é tão simples que cabe num cartão postal.
Como é estranha a natureza morta dos que não têm dor. Como é estéril a certeza de quem vive sem amor...
O amor é o ridículo da vida. A gente procura nele uma pureza impossível, uma pureza que está sempre se pondo. A vida veio e me levou com ela. Sorte é se abandonar e aceitar essa vaga ideia de paraíso que nos persegue, bonita e breve, como borboletas que só vivem 24 horas. Morrer não dói.
Preciso Dizer que te Amo Quando a gente conversa Contando casos, besteiras Tanta coisa em comum Deixando escapar segredos E eu não sei que hora dizer Me dá um medo, que medo Eu preciso dizer que eu te amo Te ganhar ou perder sem engano E eu preciso dizer que eu te amo Tanto E até o tempo passa arrastado Só pra eu ficar do teu lado Você me chora dores de outro amor Se abre e acaba comigo E nessa novela eu não quero Ser teu amigo É que eu preciso dizer que eu te amo Te ganhar ou perder sem engano Eu preciso dizer que eu te amo, tanto Eu já nem sei se eu tô misturando Eu perco o sono Lembrando cada riso teu Qualquer bandeira Fechando e abrindo a geladeira A noite inteira Eu preciso dizer que eu te amo Te ganhar ou perder sem engano Eu preciso dizer que eu te amo, tanto
Você está vivo. Esse é o seu espetáculo. Só quem se mostra se encontra. Por mais que se perca no caminho.
Eu quero a sorte de um amor tranquilo Com sabor de fruta mordida Nós na batida, no embalo da rede Matando a sede na saliva Ser teu pão, ser tua comida Todo o amor que houver nessa vida E algum trocado para dar garantia E ser artista no nosso convívio Pelo inferno e céu de todo dia Para poesia que a gente não vive Transformar o tédio em melodia Ser teu pão, ser tua comida Todo o amor que houver nessa vida E algum veneno anti-monotonia E se eu achar a sua fonte escondida Te alcance em cheio o mel e a ferida E o corpo inteiro feito um furacão Boca, nuca, mão, e a tua mente, não Ser teu pão, ser tua comida Todo o amor que houver nessa vida E algum remédio que me dê alegria