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À bunda Olha, desta vez você passou das medidas. Só não boto você para fora, agora, porque é a sua cara dar escândalo. Estou cheia de você atrás de mim o tempo todo. Fica se fazendo de fofa, enquanto, pelas minhas costas, chama a atenção de todo mundo para meus defeitos. Você está redondamente enganada se pensa que eu vou me rebaixar ao seu nível – o que vem de baixo não me atinge. Mas faço questão de desancar essa sua pose empinada. Por que nunca encara as coisas de frente? Fica parecendo que tem algo a esconder. Por acaso, faz alguma coisa que ninguém pode saber? Você é, e sempre foi, um peso na minha existência – cada papel que me fez passar... Diz-se sensível e profunda, mas está sempre voltada para aquilo que já aconteceu. Tenho vergonha de apresentar você às pessoas, sabia? Por que você nunca encara as coisas de frente, bunda? Fica parecendo que, no fundo, tem algo a esconder. Por acaso, faz alguma coisa que ninguém pode saber? O que há por trás de todo esse silêncio? Você diz que está dividida e que eu preciso ver os dois lados da questão. Ora, seja mais firme, deixe de balançar nas suas posições. Longe de mim querer me meter na sua vida privada, mas a impressão que dá é que você não se enxerga. Porque está longe de ter nascido virada para a lua e costuma se comportar como se fosse o centro das atenções. Bunda, você mora de fundos, num lugar abafado. Nunca sai para dar uma volta, nunca toma um sol, nunca respira um ar puro. Vive enfurnada, sem o mínimo contato com a natureza. O máximo que se permite é aparecer numa praia de vez em quando, toda branquela. Não é de admirar que esteja sempre por baixo. Tentei levar você para fazer ginástica, querendo deixar você mais para cima, mas fingiu que não escutou. Saiba que você não é mais aquela, diria até que anda meio caída. E vai ter que rebolar para mexer comigo, de novo, da maneira que mexia. Lembro do tempo em que eu, desbundada, sonhava em ter um pouquinho mais de você. Agora, acho que o que temos já está de bom tamanho. E, pensando bem, é melhor pararmos por aqui antes que uma de nós acabe machucada. Sei que qualquer coisinha deixa você balançada, então não vou expor suas duas faces em público. Mas fique sabendo que, se você aparecer, constrangendo-me diante de outras pessoas, levarei seu caso ao doutor Albuquerque. Lamento, isso dói mais em mim do que em você, mas você merece o chute que estou lhe dando. Duplamente decepcionada,

Por Fernanda Young

É o amor que decide todo o ser humano.

Por Jean Massillon

I Coríntios, 1CO, 12:22, Pelo contrário, os membros do corpo que parecem ser mais fracos são necessários,

Por I Coríntios, Novo Testamento

Sorri para ele e me dei conta de que mordia meus lábios.

Por Anastasia Steele

⁠São precisas duas asas para voar.

Por Afonso Cruz

Os guerreiros possuem apenas um objetivo em vista: lutar, sem nem olhar para trás ou para os lados. Irem sempre em frente para destruir o inimigo é tudo o que precisam.

Por D. T. Suzuki

Invejo as flores que murchando morrem, E as aves que desmaiam-se cantando E expiram sem sofrer...

Por Álvares de Azevedo

Pra cada carta de amor, Escrita há outra queimada! E algo me diz que desta vez eu estou pronto para minha última derrota. Porque se isto acabou, então acabou!!!! [Hole in My Soul]

Por Aerosmith

A saudade é como um pássaro, que as vezes se perde na imensidão azul, levando consigo uma gota de lagrima

Por joaquim alves

Os sinais de Deus Isabelita me conta a seguinte lenda: Um velho árabe analfabeto orava com tanto fervor, todas as noites, que o rico chefe de grande caravana resolveu chamá-lo: - “Por que oras com tanta fé? Como sabes que Deus existe, quando nem ao menos sabes ler”? - “Sei ler, sim senhor. Leio tudo que o Grande Pai Celeste escreve”. - “Como assim?” O servo humilde explicou-se: - “Quando o senhor recebe uma carta de pessoa ausente, como reconhece quem a escreveu”? - “Pela letra”. - “Quando o senhor recebe uma jóia, como sabe quem a fez?” - “Pela marca do ourives”. - “Quando ouve passos de animais, ao redor da tenda, como sabe se foi um carneiro, um cavalo um boi”? - “Pelos rastros” - respondeu o chefe, surpreendido com aquele questionário. O velho crente convidou-o para fora da barraca e mostrou-lhe o céu. - “Senhor, aquelas coisas escritas lá em cima, este deserto aqui embaixo, nada disso pode ter sido desenhado ou escrito pelas mãos dos homens”.

Por Paulo Coelho