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Verdadeiro amor

Por Carlos Drummond de Andrade

Ninguém atormenta minha família além de mim.

Por A Família Addams

Ezequiel, EZ, 11:3, Eles dizem: ´Não está próximo o tempo de construir casas. Esta cidade é a panela, e nós somos a carne.`

Por Ezequiel, Antigo Testamento

Os relacionamentos nem sempre melhoram, às vezes eles se degradam mas isso ainda conta como uma vitória, se tudo der certo no final.

Por A Certain Magical Index

Romance Sonâmbulo (A Gloria Giner e a Fernando de los Rios) Verde que te quero verde. Verde vento. Verdes ramas. O barco vai sobre o mar e o cavalo na montanha. Com a sombra pela cintura ela sonha na varanda, verde carne, tranças verdes, com olhos de fria prata. Verde que te quero verde. Por sob a lua gitana, as coisas estão mirando-a e ela não pode mirá-las. Verde que te quero verde. Grandes estrelas de escarcha nascem com o peixe de sombra que rasga o caminho da alva. A figueira raspa o vento a lixá-lo com as ramas, e o monte, gato selvagem, eriça as piteiras ásperas. Mas quem virá? E por onde?... Ela fica na varanda, verde carne, tranças verdes, ela sonha na água amarga. — Compadre, dou meu cavalo em troca de sua casa, o arreio por seu espelho, a faca por sua manta. Compadre, venho sangrando desde as passagens de Cabra. — Se pudesse, meu mocinho, esse negócio eu fechava. No entanto eu já não sou eu, nem a casa é minha casa. — Compadre, quero morrer com decência, em minha cama. De ferro, se for possível, e com lençóis de cambraia. Não vês que enorme ferida vai de meu peito à garganta? — Trezentas rosas morenas traz tua camisa branca. Ressuma teu sangue e cheira em redor de tua faixa. No entanto eu já não sou eu, nem a casa é minha casa. — Que eu possa subir ao menos até às altas varandas. Que eu possa subir! que o possa até às verdes varandas. As balaustradas da lua por onde retumba a água. Já sobem os dois compadres até às altas varandas. Deixando um rastro de sangue. Deixando um rastro de lágrimas. Tremiam pelos telhados pequenos faróis de lata. Mil pandeiros de cristal feriam a madrugada. Verde que te quero verde, verde vento, verdes ramas. Os dois compadres subiram. O vasto vento deixava na boca um gosto esquisito de menta, fel e alfavaca. — Que é dela, compadre, dize-me que é de tua filha amarga? — Quantas vezes te esperou! Quantas vezes te esperara, rosto fresco, negras tranças, aqui na verde varanda! Sobre a face da cisterna balançava-se a gitana. Verde carne, tranças verdes, com olhos de fria prata. Ponta gelada de lua sustenta-a por cima da água. A noite se fez tão íntima como uma pequena praça. Lá fora, à porta, golpeando, guardas-civis na cachaça. Verde que te quero verde. Verde vento. Verdes ramas. O barco vai sobre o mar. E o cavalo na montanha.

Por Federico García Lorca

Cuidado com o que você pedir a Deus quando estiver rezando, sacolão, porque ele pode te atender.

Por Elizabeth Gilbert

Jonas, JN, 3:4, Jonas começou a percorrer a cidade caminho de um dia, e pregava, dizendo: - Ainda quarenta dias, e Nínive será destruída.

Por Jonas, Antigo Testamento

I Reis, 1RS, 6:21, Por dentro, Salomão revestiu o templo de ouro puro; e fez passar correntes de ouro por dentro do Santo dos Santos, que também havia revestido de ouro.

Por I Reis, Antigo Testamento

Mesmo em um futuro distante, nunca esqueça o você de agora.

Por BTS

Eu quero ser tudo que sou capaz de me tornar.

Por Katherine Mansfield