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Jó, Antigo Testamento, JÓ, 11:14
Jó, JÓ, 11:14, se lançar para longe a iniquidade de suas mãos e não permitir que a injustiça habite na sua tenda,
II Reis, Antigo Testamento, 2RS, 4:28
II Reis, 2RS, 4:28, Então a mulher disse: - Por acaso eu pedi a meu senhor algum filho? Eu não lhe disse que não me enganasse?
II Reis, Antigo Testamento, 2RS, 21:1
II Reis, 2RS, 21:1, Manassés tinha doze anos de idade quando começou a reinar e reinou cinquenta e cinco anos em Jerusalém. A mãe dele se chamava Hefzibá.
II Reis, Antigo Testamento, 2RS, 21:19
II Reis, 2RS, 21:19, Amom tinha vinte e dois anos de idade quando começou a reinar e reinou dois anos em Jerusalém. A mãe dele se chamava Mesulemete e era filha de Haruz, de Jotbá.
II Reis, Antigo Testamento, 2RS, 21:15
II Reis, 2RS, 21:15, Porque fizeram o que era mau aos meus olhos e me provocaram à ira, desde o dia em que os pais deles saíram do Egito até o dia de hoje.
II Reis, Antigo Testamento, 2RS, 19:8
II Reis, 2RS, 19:8, Rabsaqué voltou e encontrou o rei da Assíria lutando contra Libna, pois tinha ouvido que o rei já se havia retirado de Laquis.
Paciência é o tempo vestido de esperança, É flor que desabrocha na calma da confiança. É saber que o fruto não nasce ao gritar, Mas no silêncio de quem escolhe esperar. É arte de ouvir o relógio do universo, Mesmo quando o coração grita em verso. Paciência é ponte entre o querer e o chegar, É saber que o caminho também faz o caminhar. Ela não para, apenas desacelera, Dá espaço para a vida, sem pressa ou espera. É atitude nobre de alma madura, Que entende: o processo também é a cura.
Uma experiência de aprendizagem não passa apenas pelo lado cognitivo: ela mobiliza desejos, memórias, lembranças, expectativas.
Nota: Texto publicado inicialmente de forma anônima, sendo muitas vezes erroneamente atribuído a Mario Quintana. Também surge com o título "Não Quero".
Os ventos que às vezes Levam para longe o que amamos São os mesmos Que trazem algo mais para ser amado Nós não podemos chorar pelo Que nos foi tirado Nós não iremos... / Nós não iremos... Nós amaremos o que nos foi dado Pois tudo que é realmente nosso, não irá embora.
O amor não basta para o amor sobreviver. O amor é um ecossistema de sentimentos e emoções complexos e profundos de conhecimento de si e do outro. Manter uma relação de amor verdadeiro exige um partilha rica e cheia de vitalidade, uma comunicação clara, honesta e empática. O amor somente não chega para alimentar uma relação saudável e duradoura. O amor é uma leitura a dois. Saber ler cada linha de pensamento e decifrar entrelinhas sem culpabilização ou acusação. Questionar mais do que julgar. Procurar extrair os reais sentimentos que despertam as emoções mais desequilibradas para torná-las conscientes e, assim, reparar a fonte do mal-estar. E tudo isto exige um conhecimento elevado de si mesmo para que se possa compreender o outro. E o mesmo ecossistema complexo e árduo se adapta a toda a sobrevivência das relações humanas. O amor perdura entre seres que se amam a si mesmos, em profundo respeito por si e pela vida, sobretudo. Cuidar seriamente do tom de voz, do olhar sereno e pacífico, de cada gesto doce e tranquilo, das palavras ácidas que escapam descontroladas são a melhor forma de crescermos em amor verdadeiro. Cuidemos das palavras como quem embala uma criança antes do mergulhar no mundo dos sonhos. O amor não basta para ser Amor. O amor deve ser sonhado continuamente a dois, diariamente, com todo o zelo e confiança e força interiores. Cuida-te. Abraça-me!