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Isso é... um coração humano. Um coração que pode sentir a perda. Um coração que é capaz de amar.
Por Bubble (filme)Não importa o idioma que você fala ou as roupas que veste. Existem coisas que não mudam. As famílias. Os amigos. Os namorados. Eles são semelhantes em todas as cidades de todos os países em todos os continentes do mundo.
Por Annabel PitcherCântico dos Cânticos, CT, 4:12, Meu amor, minha noiva, você é um jardim fechado, um manancial recluso, uma fonte selada.
Por Cântico dos Cânticos, Antigo TestamentoRomanos, RM, 1:24, Por isso, Deus os entregou à impureza, pelos desejos do coração deles, para desonrarem o seu corpo entre si.
Por Romanos, Novo TestamentoHoje foi o pior dia de sempre E não tente me convencer de que Há algo de bom em todos os dias Porque, quando você presta mais atenção, Este mundo é um lugar muito mal. Ainda que Alguma bondade brilhe de vez em quando A satisfação e a felicidade não duram. E não é verdade que Está tudo na cabeça e no coração Porque A verdadeira felicidade pode ser alcançada Apenas se as coisas ao seu redor estejam bem Não é verdade que o bem existe Tenho certeza que você pode concordar que A realidade Cria Minha atitude Está tudo fora do meu controle E você nunca em um milhão de anos vai me ouvir dizer Hoje foi um dia muito bom (Agora leia o texto de baixo para cima para ver o que realmente sinto sobre o meu dia)
Por Chanie GorkinA paz que desejei Preciso ir buscar Pra proteger, irei Preciso respirar Amor, te quero bem O bem eu vou achar
Por Héloa..Uma jovem tamoia, cujo rosto moreno parecia tostado pelo fogo em que ardia-lhe o coração, muito linda e sensível, tinha por habitação esta rude gruta, onde ainda então não se via a fonte que hoje vemos. Ora, ela, que até aos quinze anos era inocente como a flor, e por isso alegre e folgazona como uma cabritinha nova, começou a fazer-se tímida e depois triste, como o gemido da rola; a causa disto estava no agradável parecer de um mancebo da sua tribo, que diariamente vinha caçar ou pescar na ilha, e vinte vezes já o havia feito, sem que uma só desse fé dos olhares ardentes que lhe dardejava a moça. O nome dele era Aoitin; o nome dela era Ahy, que o seguia, ora lhe apanhava as aves que ele matava, ora lhe buscava as flechas disparadas, e nunca um só sinal de reconhecimento obtinha; quando no fim de seus trabalhos, Aoitin ia adormecer na gruta, ela entrava de manso e com um ramo de palmeira procurava, movendo o ar, refrescar a fronte do guerreiro adormecido. Mas tantos extremos eram tão mal pagos, que Ahy, de cansada, procurou fugir do insensível moço e fazer por esquecê-lo; porém, como era de esperar, nem fugiu-lhe nem o esqueceu. Desde então tomou outro partido: chorou. Ou porque a sua dor era tão grande que lhe podia exprimir o amor em lágrimas desde o coração até aos olhos, ou porque, selvagem mesma, ela já tinha compreendido que a grande arma da mulher está no pranto, Ahy chorou.
Por Joaquim Manuel de Macedo