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Nós cultivamos o amor quando permitimos que nosso eu mais vulnerável e poderoso seja totalmente visto e conhecido, e quando honramos a conexão espiritual que cresce dessa oferenda com confiança, respeito, bondade e afeto. Amor não é algo que damos ou recebemos; é algo que nutrimos e cultivamos, uma conexão que só pode ser cultivada entre duas pessoas quando existe dentro de cada uma delas. Nós só conseguimos amar os outros o quanto amamos a nós mesmos. Vergonha, culpa, desrespeito, traição e negação de afeto danificam as raízes das quais cresce o amor. O amor só consegue sobreviver a esses ferimentos se estes forem raros ou, então, reconhecidos e curados.

Por Brené Brown

Esdras, ED, 2:7, Os filhos de Elão, mil duzentos e cinquenta e quatro.

Por Esdras, Antigo Testamento

Perguntas de um Operário Letrado Quem construiu Tebas, a das sete portas? Nos livros vem o nome dos reis, Mas foram os reis que transportaram as pedras? Babilónia, tantas vezes destruída, Quem outras tantas a reconstruiu? Em que casas Da Lima Dourada moravam seus obreiros? No dia em que ficou pronta a Muralha da China para onde Foram os seus pedreiros? A grande Roma Está cheia de arcos de triunfo. Quem os ergueu? Sobre quem Triunfaram os Césares? A tão cantada Bizâncio Só tinha palácios Para os seus habitantes? Até a legendária Atlântida Na noite em que o mar a engoliu Viu afogados gritar por seus escravos. O jovem Alexandre conquistou as Índias Sozinho? César venceu os gauleses. Nem sequer tinha um cozinheiro ao seu serviço? Quando a sua armada se afundou Filipe de Espanha Chorou. E ninguém mais? Frederico II ganhou a guerra dos sete anos Quem mais a ganhou? Em cada página uma vitória. Quem cozinhava os festins? Em cada década um grande homem. Quem pagava as despesas? Tantas histórias Quantas perguntas

Por Bertolt Brecht

Números, NM, 16:1, Corá, filho de Isar, filho de Coate, filho de Levi, tomou consigo Datã e Abirão, filhos de Eliabe, e também Om, filho de Pelete, todos da tribo de Rúben,

Por Números, Antigo Testamento

Ageu, AG, 2:21, - Fale a Zorobabel, o governador de Judá: ´Farei tremer o céu e a terra.

Por Ageu, Antigo Testamento

Os velhos são duas vezes crianças.

Por Aristófanes

Alma Sozinha Cruzo com seu olhar você nem me enxerga Você mal responde quando eu sussurro alô Podia ser minha alma gêmea dois seres de afinidade espiritual Talvez não sejamos nada disso Acho que nunca saberemos Minha própria mãe você me carregou dentro de si Agora você nada vê além do que estou vestindo As pessoas lhe perguntam como eu vou Você sorri e acena com a cabeça não deixe isto parar por aí Me coloque embaixo do céu de deus e me conheça não enxergue apenas com seus olhos Tire essa máscara de carne e osso e me enxergue em minha alma Sozinha

Por Hannah Baker

Não conseguia se lembrar da última vez em que estivera verdadeiramente feliz, quando alguém ou algo a fazia rir tanto que seu estômago a incomodava e seu maxilar doía. Sentia falta de ir para cama à noite sem absolutamente nada na cabeça, sentia falta de apreciar a comida, em vez de comer ser apenas algo que precisava enfrentar a fim de continuar viva, detestava as contrações na barriga cada vez que se lembrava de Gerry. Sentia falta de apreciar seus programas de televisão favoritos, em vez de apenas assisti-los sem interesse, somente para passar as horas. Detestava não ter motivo algum para acordar; detestava a sensação que tinha quando acordava. Detestava não sentir excitação alguma e não ter nada por que ansiar. Sentia falta de ser amada, de saber que Gerry a estava observando enquanto ela assistia à televisão ou comia seu jantar. Sentia falta dos olhos dele sobre ela quando entrava em um cômodo; sentia falta dos seus toques, seus abraços, seus conselhos, suas palavras de amor. (P.S. Eu Te Amo)

Por Cecelia Ahern

Não há vasilha que meça os gostos nem balança que os iguale; cada qual tem o seu, e, pensando que é o melhor, é o mais enganado.

Por Mateo Alemán

CAMÕES Amor é susto que se torna um hábito É relâmpago que se cristaliza É não saber andar onde se pisa É morrer de nascer, e nascer de um óbito. É buscar o infinito andando em círculo É velejar sem rumos e sem brisa É crer que cada instante se eterniza É ter a majestade do ridículo É ter a sabedoria na inocência É cândida nudez sem dor nem mácula É sofrer a indecência da decência Ser anjo Frankenstein, arcanjo Drácula Amor é aprendizado sem lições Que o digas tu, não eu meu bom Camões.

Por Guilherme Figueiredo