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Meu nome é Carol Danvers. Desde criança, eu não me encaixava. É que eu sempre quis voar.

Por Capitã Marvel

O Homem não tem porto, o tempo não tem margem; / ele corre e nós passamos!

Por Alphonse de Lamartine

Posso ver um dinossauro? Posso ver um dinossauro, por favor?

Por Future Man

Tempo Coisa que acaba de deixar a querida leitora um pouco mais velha ao chegar ao fim desta linha.

Por Mario Quintana

Se eu minto para mim, imagina pra você, meu bem

Por Baco Exu do Blues

Um sorriso não abre portas, na verdade ele fecha as portas da tristeza!

Por Almany Sol

Provérbios, PV, 25:22, porque assim você amontoará brasas vivas sobre a cabeça dele, e o Senhor recompensará você.

Por Provérbios, Antigo Testamento

Levítico, LV, 8:19, Moisés matou o carneiro e aspergiu o sangue sobre o altar, ao redor.

Por Levítico, Antigo Testamento

às vezes não há mais volta para onde estávamos para o que éramos podemos parar numa estação e fechar os olhos para a fresta que se abriu e optar por não embarcar no trem que passa e nos abre as portas maiores a cada dez minutos podemos meditar e ter empatia pela Terra (planeta perdido no espaço acidente nascido de um erro) podemos querer voltar mas a ferrugem tomou os trilhos da velha estrada às vezes não há mais volta e não há mãos e verdades nos acenando desse caminho novo poucos são os olhares que nos encorajam a adentrar o desconhecido e já com a alma cansada de velha temos que ainda entender que somos precursores desbravadores temos que escolher acordar (como cegos que mergulham na escuridão) mesmo que a maioria esteja dormindo

Por Clara Baccarin

Não te quero senão porque te quero, e de querer-te a não querer-te chego, e de esperar-te quando não te espero, passa o meu coração do frio ao fogo. Quero-te só porque a ti te quero. Odeio-te sem fim e odiando te rogo, e a medida do meu amor viajante, é não te ver e amar-te como um cego. Talvez consumirá a luz de Janeiro, seu raio cruel meu coração inteiro, roubando-me a chave do sossego, Nesta história só eu me morro, e morrerei de amor porque te quero, porque te quero amor, a sangue e fogo.

Por Pablo Neruda