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O mar é a emoção encarnada. Ele ama, odeia e chora. Desafia todas as tentativas de registrar tal emoção com palavras e rejeita todos os grilhões. Não importa o que digamos sobre ele, sempre haverá algo que não conseguimos desvendar...
Por Christopher PaoliniQual é o nosso problema? Não acha que somos adolescentes bem esforçados? A gente nunca causa problemas. Só o que a gente faz é comer e estudar. Por que a gente tem que se sentir tão frustrado assim?
Por Intensivão de Amor (Crash Course In Romance)Eu caso, se preciso for. Eu amo você, por mim tudo bem. Conheço seus pais e faço ambos me amarem como você me ama - ok, não exatamente como você me ama. Onde você pedir com jeitinho e beicinho, eu assino. Mas deixa eu me embriagar com o aroma, a cor e a textura das suas coxas. Agora e pra sempre.
Por Gabito NunesOra, meu filho, o desespero é o resultado de uma visão errada da vida. Pare e pense. Erga a cabeça, que ela não foi feita apenas para ficar cheia de miolos, não. Pense, organize os seus pensamentos. Reorganize a sua vida e continue andando. Mesmo devagarzinho, ande. Não se permita ficar parado. Deus abençoa, mas é preciso ter coragem para a maior experiência do mundo - que é viver. Sempre há uma solução. Não existe dor, sofrimento ou mal que não tragam o seu ensinamento; não há problema que não tenha a resposta certa da vida.
Por João de AruandaBrincar é a mais alta fase do desenvolvimento infantil – do desenvolvimento humano neste período. É a representação auto ativa do interno representação e do interno da interna necessidade e impulso.
Por Friedrich FroebelProvérbios, PV, 22:28, Não remova os marcos antigos que os seus pais colocaram. - 5 -
Por Provérbios, Antigo TestamentoO homem não pode viver sem amor. Ele permanece para si próprio um ser incompreensível e a sua vida é destituída de sentido, se não lhe for revelado o amor, se ele não se encontra com o amor, se o não experimenta e se o não torna algo seu próprio, se nele não participa vivamente. No amor o homem reencontra a grandeza, a dignidade e o valor próprios da sua humanidade.
Por João Paulo II