Veja outros textos inspiradores!
Aquele livramento, eu sei, foi Tua mão Aquela porta fechada, eu sei, foi o Teu não Aquela noite que passei chorando E de manhã eu acordei cantando Tudo isso, eu sei, de mim estás cuidando.
Por Elaine MartinsDuas coisas são infinitas: o universo e a estupidez humana. Mas, em relação ao universo, ainda não tenho certeza absoluta.
Por Albert Einstein“XONADO” Agitado, tal uma chama dum pavio Ardume que arde n’alma do prazer No enrabichado és um grato atavio Que alinda a sensação e a faz valer E, do trato aquele sedutor arrepio Fulgor que causa impar alvorecer Um fastígio, e um agrado gentio De ternura, loucura e acaso viver E, da sua falta a inquieta tortura Suspiro que aperta o peito vazio Quando, só se quer um bocado! E, pra se ter o amor com doçura Paixão, o apreço deve ser luzidio Pois, só assim se achará “xonado”. © Luciano Spagnol – poeta do cerrado 11/08/2021, 15’10” – Araguari, MG
Por Poeta do cerrado LUCIANO SPAGNOLEm todas as ciências de observação, de quando em quando é preciso dar um balanço das aquisições feitas no caminho percorrido.
Por Juliano MoreiraUma flor de verde pinho Eu podia chamar-te pátria minha dar-te o mais lindo nome português podia dar-te um nome de rainha que este amor é de Pedro por Inês. Mas não há forma não há verso não há leito para este fogo amor para este rio. Como dizer um coração fora do peito? Meu amor transbordou. E eu sem navio. Gostar de ti é um poema que não digo que não há taça amor para este vinho não há guitarra nem cantar de amigo não há flor não há flor de verde pinho. Não há barco nem trigo não há trevo não há palavras para dizer esta canção. Gostar de ti é um poema que não escrevo. Que há um rio sem leito. E eu sem coração.
Por Manuel AlegreE esse dia será lembrado como o dia em que vocês quase capturaram o Capitão Jack Sparrow.
Por Capitão Jack SparrowSentia um acréscimo de estima por si mesma, e parecia-lhe que entrava enfim numa existência superiormente interessante, onde cada hora tinha o seu encanto diferente, cada passo conduzia a um êxtase, e a alma se cobria de um luxo radioso de sensações!
Por Eça de Queirós