Mais frases de Ignácio de Loyola Brandão!

Os gestos decisivos faltaram em bons momentos de nossa história.

Por Ignácio de Loyola Brandão

Nunca sei se a situação será conto ou romance. Sei quando é crônica.

Por Ignácio de Loyola Brandão

Os livros mudam o destino das pessoas. Substâncias perigosas, servem para acalmar e atiçar; abrir novas possibilidades e nos fechar em universos circunscritos; estimular a ação ou estimular a prudência. O fato é que ninguém passa incólume a uma boa leitura. Entra-se de um jeito e a saída é de outro, mesmo sem que se saiba de antemão como sairemos.

Por Ignácio de Loyola Brandão

⁠Minhas narrativas são desestabilizantes? Ora, a vida é desestabilizante, não vê e não reflete quem não quer. Os momentos históricos brasileiros têm sido continuamente desestabilizantes. O que é o período em que estamos vivendo agora? Eu apenas copio e transfiguro a vida real. Nada mais. É tão simples. Diga, é estável um país que tem um ministério com oito titulares envolvidos em processos de roubo, suborno e propina?

Por Ignácio de Loyola Brandão

A idade traz uma certeza: nosso tempo vai diminuindo. Então, temos de correr? Eu, ao contrário, hoje não corro mais, descobri a calma. Sei que não tenho muito tempo pela frente (sou realista), mas ainda tenho projetos, sonhos, ideias, planos.

Por Ignácio de Loyola Brandão

Nestes últimos anos, saltamos rapidamente de um ciclo para outro. Mal nos acostumamos a um, precisamos mudar. Incessantemente.

Por Ignácio de Loyola Brandão

Nada pior que a memória do gesto não realizado.

Por Ignácio de Loyola Brandão

O homem não é suicida. Se ele realmente perceber que está sendo ameaçado de morte, vai mudar. Por enquanto, a questão do meio ambiente parece coisa de ecologista que abraça árvore. Acredito na possibilidade de mudança, mas o mundo já será outro, com a natureza bastante danificada.

Por Ignácio de Loyola Brandão

O assunto do escritor é o homem, a sua condição, a sua loucura e irracionalidade.

Por Ignácio de Loyola Brandão

Não quero ser encontrado, encontro quem eu quero.

Por Ignácio de Loyola Brandão