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Fiz minha casa no teu cangote Não há neste mundo o que me bote Pra sair daqui
Veio até mim Quem deixou me olhar assim? Não pediu minha permissão Não pude evitar, tirou meu ar Fiquei sem chão
E tome tento Fique esperto Hoje não tem papo Jogo-lhe um quebrante Num instante Você vira sapo Bobeou na crença Príncipe volta Ao seu posto De lenda...
Minha natureza é mais que estampa, é um belo samba que ainda está por vir.
No dia em que eu me tornei invisível Passei um café preto ao teu lado Fumei desajustado um cigarro Vesti a sua camiseta ao contrário Aguei as plantas que ali secavam Por isso um cheiro impregnava O seu juízo, o meu juízo Invisível e o mundo ao meu favor Para me despir e ser quem eu sou Logo que o perfume do invisível te inebriou Você me viu e o mundo também E o que tava quietinho ali se mostrou, meu bem