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⁠Dilema O que muito me confunde é que no fundo de mim estou eu e no fundo de mim estou eu. No fundo sei que não sou sem fim e sou feito de um mundo imenso imerso num universo que não é feito de mim. Mas mesmo isso é controverso se nos versos de um poema perverso sai o reverso. Disperso num tal dilema o certo é reconhecer: no fundo de mim sou sem fundo.

Por Antonio Cicero

"O orgulho eleva o seu ego e pode ser prazeroso. Simples ilusão. Ele impede de que você ame quem realmente importa."

Por alexandre morais

Do pouco, um tudo. Do tudo, um resto. Do resto, partes de nós.

Por Clarissa Corrêa

II Crônicas, 2CR, 1:8, Salomão respondeu: - Foste muito bondoso com Davi, meu pai, e me fizeste reinar em seu lugar.

Por II Crônicas, Antigo Testamento

Amor. O que ele faz com as pessoas.

Por Enola Holmes 2 (filme)

II Reis, 2RS, 25:25, Porém, no sétimo mês, Ismael, filho de Netanias, filho de Elisama, que era de família real, foi até Mispa com dez homens. Eles atacaram Gedalias e o mataram. Também mataram os judeus e os caldeus que estavam com ele em Mispa.

Por II Reis, Antigo Testamento

Pobre de espírito aquele que não se aventurar

Por Forfun

⁠Eles precisam ver que queremos ajudá-los porque somos como eles. Só nos faltam emoções.

Por Bigbug (filme)

É melhor ficar sozinho do que rirem de você. Se não houver sentimento, não vai doer. Se não houver desejo, não haverá coração partido. Não espere nada. Não deseje nada. Feche cada porta com firmeza.

Por Hello, My Twenties!

Soneto Ao meu primeiro filho nascido morto com 7 meses incompletos. 2 fevereiro 1911. Agregado infeliz de sangue e cal, Fruto rubro de carne agonizante, Filho da grande força fecundante De minha brônzea trama neuronial, Que poder embriológico fatal Destruiu, com a sinergia de um gigante, Em tua morfogênese de infante, A minha morfogênese ancestral?! Porção de minha plásmica substância, Em que lugar irás passar a infância, Tragicamente anônimo, a feder?!... Ah! Possas tu dormir, feto esquecido, Panteísticamente dissolvido Na noumenalidade do NÃO SER!

Por Augusto dos Anjos