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Como violão desafinado, coração tá bagunçado, Querendo entender o que passou, ficou em mim Dentro do coração feito uma tatuagem Que nunca vai desaparecer.
Por Henrique e JulianoSalmos, SL, 106:13, Logo, porém, se esqueceram das obras de Deus e não esperaram pelos seus desígnios.
Por Salmos, Antigo TestamentoA irracionalidade de uma coisa não é argumento contra a sua existência, mas sim uma condição para ela. (Nietzche)
Por Criminal Minds"No suave fluir do tempo, meu amor transcende, Permitindo-lhe o voo majestoso nas asas da liberdade. Te amo, e assim, prefiro-te livre, livre para ser, Para respirar ar fresco e descobrir novos horizontes. Pois amar é saber que em seu voo livre estará, E ser amado é ter a certeza de que voltará para mim."
Por João MarNúmeros, NM, 29:6, além do holocausto do mês e a correspondente oferta de cereais, do holocausto contínuo e a correspondente oferta de cereais, com as libações que acompanham, segundo o seu estatuto, em aroma agradável, oferta queimada ao Senhor.
Por Números, Antigo TestamentoAmo-te como se deve amar: excessivamente, ao ponto da loucura, do desespero. Há duas coisas que nunca devem ser medíocres: a poesia e o amor... Olham para mim como uma criatura atingida por um mal fatal...
Por Julie LespinasseNúmeros, NM, 24:18, Edom será uma propriedade; Seir, que é inimigo dele, também será uma propriedade; mas Israel fará proezas.
Por Números, Antigo TestamentoTRÍPTICO (à maneira popular...) I desamada desarmada vem o vento vai-se o tempo nem o tempo nem o vento dá o tempo de sarar de repente vem o dia chega a hora borda fora a acostar volta atrás ó cavaleiro volta atrás se quer's teu bem tua amada tua armada com o tempo desarmada traz também II o que se sente entre o que se pensa e diz . o que se pensa entre o que se sente e cala o que se cala entre o sentir e o ser o que se diz entre o que se ama e sonha nós no mais fundo de nós nós perdidos nós vazios nós à margem III Quem vai responder o que não tem resposta Quem vai falar o que não tem palavra Quem vai achar o que em nós esquece Quem vai roer o que em nós sufoca Vem noite ou pranto ou dia ou vento Quem quer que sejas que seja o novo Abrindo o canto na carne clara
Por Amélia Pinto Pais