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É tempo, e mais que tempo, que acabemos com um tráfico tão bárbaro e carniceiro.
SER E NÃO SER Se te procuro, fujo de avistar-te E se te quero, evito mais querer-te, Desejo quase... quase aborrecer-te, E se te fujo, estás em toda parte. Distante, corro logo a procurar-te E perco a voz e fico mudo ao ver-te, Se me lembro de ti, tento esquecer-te, E se te esqueço, cuido mais amar-te. O pensamento assim partido ao meio E o coração assim também partido, Chamo-te e fujo, quero-te e receio! Morto por ti, eu vivo dividido, Entre o meu e o teu ser sinto-me alheio, E sem saber de mim, vivo perdido!
"Para ser poeta é preciso ser namorado ou infeliz”.
José Bonifácio de Andrada e Silva, em 1820, resumiu as razões para as nossas queimadas e desmatamentos: "ignorância, associada à preguiça e má-fé". Nos dias de hoje, em que todos sabem dos efeitos negativos das queimadas, temos apenas de inverter a ordem dos motivos para: má-fé, associada à preguiça e ignorância.
É tempo também de acabarmos gradualmente até com os últimos vestígios da escravidão entre nós, para que venhamos a formar em poucas gerações uma nação homogênea, sem o que não seremos verdadeiramente livres, responsáveis e felizes.
Se a lei defender a propriedade, muito mais deve defender a liberdade pessoal dos homens, que não podem ser propriedade de ninguém.
Nota: Citação de José Bonifácio em epígrafe ao livro "Noite na Taverna".
Bebamos! Nem um canto de saudade! Morrem na embriaguez da vida as dores! Que importam sonhos, ilusões desfeitas? Fenecem como as flores!