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Gênesis, GN, 49:32, O campo e a caverna que nele está foram comprados dos filhos de Hete.

Por Gênesis, Antigo Testamento

A liberdade não consiste só em seguir a sua própria vontade, mas às vezes também em fugir dela.

Por Kobo Abe

II Reis, 2RS, 3:26, Quando o rei de Moabe percebeu que estava perdendo a batalha, tomou consigo setecentos homens armados com espada para abrir caminho e chegar até o rei de Edom, porém não puderam.

Por II Reis, Antigo Testamento

Salmos, SL, 119:71, Foi bom que eu tivesse passado pela aflição, para que aprendesse os teus decretos.

Por Salmos, Antigo Testamento

William Contraponto: A lucidez como heresia A poesia de William Contraponto não pede licença. Ela entra como pergunta. Permanece como desconforto. E sai deixando vestígios — não de esperança, mas de pensamento. Seu verso é seco, rente ao osso, herdeiro de um pacto com a lucidez. Ex-médium, hoje ateu, Contraponto não escreve a partir do ressentimento, mas da experiência desnudada. Viveu por dentro os rituais, sentiu o corpo ser tomado por forças que pareciam externas, mas depois reconheceu: o que parecia transcendência era desejo encenado, era necessidade de sentido em estado bruto. E foi esse rompimento — não com a fé, mas com a ilusão — que marcou sua travessia estética. Sua obra é radicalmente existencialista. Não no sentido acadêmico, mas vital. Contraponto não cita Sartre, Camus ou Beauvoir. Ele os atravessa. Sua escrita emerge da mesma angústia essencial: a de estar vivo num mundo sem garantias. Seu olhar recusa os confortos espirituais, os dogmas reciclados, as promessas vendidas como salvação. Em vez disso, oferece o que resta depois do desengano: umvazio honesto, um silêncio não manipulado, uma linguagem que pensa,. O estilo é contido, afiado, desprovido de ornamentos. Há ritmo, mas não há melodia fácil. Cada poema parece limado até o limite da palavra exata. Nada sobra. Nada falta. É uma poesia que respira o pensamento e sangra a dúvida. Mais próxima do ensaio do que da canção, mais próxima da meditação crua do que do lirismo adocicado. William Contraponto é também um poeta de consciência social. Sua descrença no sagrado caminha junto de sua recusa às estruturas que domesticam a liberdade — sejam elas religiosas, políticas ou econômicas. Mas sua crítica nunca desumaniza. Ao contrário: nasce de uma empatia crua com o humano como projeto inacabado. No lugar da fé, propõe o enfrentamento. No lugar da doutrina, a lucidez. No lugar da promessa, a palavra como faca — ou espelho. Ler William Contraponto é ser tirado do eixo. É lembrar que pensar também dói. E que há beleza, sim, no que não consola.

Por Neno Marques

Nunca resisto às tentações, porque eu descobri que coisas que são ruins para mim não me tentam.

Por George Bernard Shaw

Jeremias, JR, 38:2, - Assim diz o Senhor: ´Quem ficar nesta cidade morrerá à espada, de fome e de peste; mas aquele que sair e se render aos caldeus viverá; porque a vida lhe será por despojo, e viverá.

Por Jeremias, Antigo Testamento

Gênesis, GN, 45:11, Ali eu o sustentarei, porque ainda haverá cinco anos de fome. Do contrário, acabará empobrecendo - o senhor, a sua casa e tudo o que lhe pertence.`

Por Gênesis, Antigo Testamento

"A vida é uma só E o que faço desta vida? Já que tudo vira pó Que seja então bem vivida!"

Por Di Castilho

Gênesis, GN, 25:34, E Jacó deu a Esaú pão e o ensopado de lentilhas; ele comeu e bebeu, levantou-se e saiu. Assim, Esaú desprezou o seu direito de primogenitura.

Por Gênesis, Antigo Testamento