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E não é o amor entre duas pessoas melhor do que o ódio, neste mundo de violência e sofrimento? Parecia que havia uma bondade frágil em seu amor que sobreviveu a esta guerra venenosa.
Percebi que a morte não é a parte da vida que mais devemos temer. É o medo de não corresponder ao nosso verdadeiro potencial.
A música nos tira de nós mesmos, de nossas preocupações e tragédias, nos ajuda a ver um mundo diferente, uma imagem maior.
O luto se parece muito com o medo. Tememos que ele nos controle. Mas devemos isso a nós mesmos, àqueles que perdemos, deixar a dor entrar. Só então podemos começar a nos lembrar deles com alegria em nosso coração, uma alegria por eles e por tudo o que eles foram.