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Diga Essas coisas todas Essas coisas tolas Que eu gosto de ouvir Eu sei Que todas essas coisas tantas Que essas coisas todas tontas São só mentiras de você Diga Que o amor foi tudo Mesmo assim, contudo Foi bem melhor partir Eu sei Por isso, minta, por favor Diga que sem o meu amor Você não pode mais viver
Por João DonatoIsaías, IS, 37:26, ´Por acaso, você não ouviu que há muito tempo eu, o Senhor, determinei estas coisas, e que já desde os dias remotos as tinha planejado? Agora eu as faço acontecer. Eu quis que você reduzisse a montões de ruínas as cidades fortificadas.
Por Isaías, Antigo TestamentoQue há de mais absurdo que o progresso, já que o homem, como está provado pelos fatos de todos os dias, é sempre igual e semelhante ao homem, isto é, sempre em estado selvagem.
Por Charles BaudelaireA maioria das pessoas pode pensar nisso como um aplicativo para desabafos. Mas, para mim e outros, é onde podemos ser quem queremos ser.
Por A Escola Amaldiçoada (série)Nem tudo que se enfrenta pode ser modificado, mas nada pode ser modificado até que seja enfrentado.
Por James BaldwinJosué, JS, 22:17, Será que não nos bastou a iniquidade de Peor, de que até hoje ainda não nos purificamos, apesar de ter vindo uma praga sobre a congregação do Senhor,
Por Josué, Antigo TestamentoMateus, MT, 5:40, <J>Se alguém quer processar você e tirar-lhe a túnica, deixe que leve também a capa.</J>
Por Mateus, Novo TestamentoDA CHEGADA DO AMOR Sempre quis um amor que falasse que soubesse o que sentisse. Sempre quis uma amor que elaborasse Que quando dormisse ressonasse confiança no sopro do sono e trouxesse beijo no clarão da amanhecice. Sempre quis um amor que coubesse no que me disse. Sempre quis uma meninice entre menino e senhor uma cachorrice onde tanto pudesse a sem-vergonhice do macho quanto a sabedoria do sabedor. Sempre quis um amor cujo BOM DIA! morasse na eternidade de encadear os tempos: passado presente futuro coisa da mesma embocadura sabor da mesma golada. Sempre quis um amor de goleadas cuja rede complexa do pano de fundo dos seres não assustasse. Sempre quis um amor que não se incomodasse quando a poesia da cama me levasse. Sempre quis uma amor que não se chateasse diante das diferenças. Agora, diante da encomenda metade de mim rasga afoita o embrulho e a outra metade é o futuro de saber o segredo que enrola o laço, é observar o desenho do invólucro e compará-lo com a calma da alma o seu conteúdo. Contudo sempre quis um amor que me coubesse futuro e me alternasse em menina e adulto que ora eu fosse o fácil, o sério e ora um doce mistério que ora eu fosse medo-asneira e ora eu fosse brincadeira ultra-sonografia do furor, sempre quis um amor que sem tensa-corrida-de ocorresse. Sempre quis um amor que acontecesse sem esforço sem medo da inspiração por ele acabar. Sempre quis um amor de abafar, (não o caso) mas cuja demora de ocaso estivesse imensamente nas nossas mãos. Sem senãos. Sempre quis um amor com definição de quero sem o lero-lero da falsa sedução. Eu sempre disse não à constituição dos séculos que diz que o "garantido" amor é a sua negação. Sempre quis um amor que gozasse e que pouco antes de chegar a esse céu se anunciasse. Sempre quis um amor que vivesse a felicidade sem reclamar dela ou disso. Sempre quis um amor não omisso e que suas estórias me contasse. Ah, eu sempre quis uma amor que amasse. Poesia extraída do livro "Euteamo e suas estréias", Editora Record - Rio de Janeiro, 1999,
Por Elisa Lucinda